O artigo é uma opinião escrita por Alexandre Santos sobre a sua tia, a quem chama de Titi. O autor descreve os desejos e anseios que a tia tinha durante a sua vida, incluindo continuar a ler, viajar e dormir sem dores. Estes desejos revelam uma mulher que queria viver plenamente e disfrutar dos prazeres simples da vida.
A Titi também tinha curiosidade sobre o futuro da família do autor, interrogando-se sobre como seria a vida dele e se teria filhos. O seu desejo de um dia poder pegar esses filhos ao colo demonstra a ligação afetiva entre a tia e o sobrinho, evidenciando a importância das relações familiares na sua vida.
No final, segundo o autor, a Titi escolheu morrer. Esta afirmação sugere que a tia terá feito uma decisão consciente e voluntária sobre o fim da sua vida, possivelmente num contexto de doença prolongada ou sofrimento.
O artigo, embora breve, apresenta uma reflexão pessoal e emotiva sobre o direito à autodeterminação no final da vida, abordando de forma sensível o tema da escolha individual sobre a própria morte.




