O artigo é uma opinião sobre a utilização de algoritmos e inteligência artificial na avaliação de crianças e jovens no esporte de base. O autor levanta a questão de até que ponto deve ser levada a utilização de dados e tecnologia na avaliação de crianças e adolescentes no contexto esportivo.
A tecnologia é apresentada como uma realidade que chegou ao esporte para ficar, e o autor reconhece os benefícios da sua aplicação. Atualmente, é possível coletar uma quantidade impressionante de informações sobre atletas, o que permite análises detalhadas do desempenho esportivo.
No entanto, o artigo questiona os limites éticos e práticos dessa utilização massiva de dados, sugerindo que a dependência excessiva de algoritmos para tomar decisões sobre o futuro esportivo das crianças pode ser problemática. O texto parece defender que a avaliação humana não deve ser completamente substituída por decisões algorítmicas quando se trata do futuro de crianças no esporte.



