Lago Maracaibo deveria se chamar Lago TrumpFoto de Alejandro J. Paredes Perez no Pexels
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Lago Maracaibo deveria se chamar Lago Trump

Madeira Opina29 de agosto de 2026 às 13:30

Donald Trump classificou como "o maior acordo de petróleo da história mundial" a negociação entre os Estados Unidos e o governo interino da Venezuela, liderado pela presidente Delcy Rodríguez. O acordo envolve o controle e exploração conjunta de 65 bilhões de barris de reservas provadas de petróleo venezuelano. Através de consórcios com empresas privadas, os EUA passarão a ter a gestão majoritária de 17 campos petrolíferos estratégicos na Venezuela.

O acordo prevê um direito de produção e controle de cerca de 55%, bem como o direito de compra de petróleo bruto a preço de custo. Está prevista a injeção de mais de 100 bilhões de dólares em investimento privado para reconstruir a infraestrutura petrolífera venezuelana. Trump publicou na rede social Truth Social que a transação reforça substancialmente a relação econômica bilateral e a segurança energética no hemisfério ocidental.

O artigo refere que o entusiasmo de Trump se deve ao fato de ter conseguido assegurar o acesso e o controle direto sobre uma das maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos, aumentando o abastecimento das refinarias dos EUA e reforçando o peso geopolítico de Washington na região. O artigo também menciona que a extrema-direita pretende chegar ao poder na Venezuela e que Trump estará a "roubar" a Venezuela através deste acordo.

O artigo inclui ainda comentários satíricos sobre a possibilidade de renomear o Lago Maracaibo como "Lago Trump" ou "Lago América 2", comparando a situação com a soberania do Canadá. O autor faz ainda referências à Madeira e a Portugal, sugerindo que, felizmente, Portugal não possui petróleo, contrastando com a situação venezuelana.


A

 extrema-direita quer chegar ao poder na Venezuela, através daquela amiga que oferece o galardão Nobel, e anda caladinha, caladinha, sem denunciar que Trump está a roubar a Venezuela. O homem laranja estava radiante por um excelente negócio que fez com a Venezuela, de cócoras, o que significa que deve ser péssimo, mas não tem a soberania do Canadá. O lago Maracaibo na verdade deveria se chamar Lago América, mas como Trump acabou de dar esse nome ao Lago Ontário, ou muda para Lago América 2, ou decide-se por lago Trump, o que também lhe enche o ego a par dos bolsos da família.

Donald Trump classificou como "o maior acordo de petróleo da história mundial" a negociata do Governo dos Estados Unidos com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, o que envolve o controlo e exploração conjunta de 65 mil bilhões de barris de reservas provadas de petróleo venezuelano.  Governo e Trump confundem-se, ali não há conflito de interesses.

Os EUA (através de consórcios com empresas privadas) passarão a ter a gestão maioritária de 17 campos petrolíferos estratégicos na Venezuela. O acordo prevê um direito de produção/controlo de cerca de 55% e o direito de compra de petróleo bruto a preço de custo. Prevê-se a injeção de mais de 100 mil milhões de dólares em investimento privado para reconstruir a infraestrutura petrolífera venezuelana. Trump publicou no Truth Social que a transação reforça substancialmente a relação económica bilateral e a segurança energética no hemisfério ocidental.  O entusiasmo do homem laranja deve-se ao facto de ter conseguido assegurar o acesso e o controlo direto sobre uma das maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos, aumentando o abastecimento das refinarias dos EUA e reforçando o peso geopolítico de Washington na região.

Que as negociatas revertam em furações nesta terra de imbecis que por mais catástrofes que se abatam não atingem que devem mudar de vida. Com a riqueza natural que a Venezuela tem, qualquer dia o resort da Albânia é aplicado na Venezuela sem qualquer reticências. E o que isto tem a ver com a Madeira, absolutamente nada, continuem na poncha e a não zelar pela realidade que anda à volta. Não temos "miras", não temos americanos, nem temos um Governo que se vende a oligarcas e dedicado aos campos de golfe.

É pensar um bocadinho. Mas felizmente não temos petróleo.

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