Um homem de Taiwan, cuja identidade não foi divulgar, utilizou um aspirador robô para recolher provas da infidelidade da mulher. O dispositivo permitiu-lhe gravar imagens que usou como evidência no tribunal. O casal estava casado desde 2021.
O taiwanês levou a mulher a tribunal e acabou por ganhar o processo cível, conseguindo provar a traição conjugal. No entanto, a situação inverteu-se quando o próprio marido foi posteriormente condenado por violação da privacidade.
O tribunal decidiu que as obrigações conjugais não se sobrepõem ao direito individual à privacidade. Assim, o homem foi sentenciado a cinco meses de prisão pela forma como obteve as provas contra a sua esposa.
O caso foi noticiado pelo South China Morning Post e levanta questões sobre os limites entre a proteção da vida conjugal e os direitos fundamentais de cada indivíduo, mesmo dentro de uma relação matrimonial.




