A crise em Ceuta está deixando de ser uma emergência humanitária para se tornar um problema de gestão e coexistência que o governo ainda não conseguiu resolver. Quase um mês após a chegada massiva de pessoas à cidade espanhola, milhares continuam lá sem um horizonte claro para resolver sua situação.
As medidas adotadas incluem a criação de um comando único sob a direção de Ángel Víctor Torres, o reforço policial e militar, e a aceleração dos retornos dentro dos limites legais. Embora essas sejam medidas necessárias, o governo admite que a normalização levará tempo.
Enquanto isso, cresce a percepção de que o Estado não recuperou plenamente o controle da situação em Ceuta. A cidade continua enfrentando desafios significativos de gestão e coexistência derivados dessa crise.




