TSE concede liminar a Garotinho e autoriza ex-governador a retomar atividades de campanha no Rio
oglobo29 de agosto de 2026 às 03:17
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Floriano de Azevedo Marques concedeu uma liminar autorizando o ex-governador Anthony Garotinho a retomar suas atividades de campanha no Rio de Janeiro. Na véspera, Garotinho havia sido impedido pela Justiça Eleitoral fluminense de acessar recursos financeiros de campanha e de participar do horário eleitoral gratuito, devido a uma suposta inelegibilidade ainda em análise. O ministro do TSE considerou que há "no mínimo controvérsia jurídica relevante" sobre a situação do candidato do Republicanos ao governo do Rio, determinando que ele mantenha as mesmas condições de campanha de seus concorrentes até o julgamento definitivo de seu registro de candidatura.
A Globo realizou uma entrevista com o candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, apresentada pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Esta foi a quinta sabatina de uma série com os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa Quaest, sendo a primeira vez que esse formato é exibido após o "Jornal Nacional" e não durante o telejornal. A entrevista incluiu uma seção de checagem de fatos (#FATO e #FAKE) para verificar as declarações do candidato.
A presidente interina da Venezuela confirmou a assinatura de um acordo petrolífero com os Estados Unidos, classificando-o como histórico e agradecendo "de forma calorosa" ao presidente norte-americano Donald Trump. O acordo representa uma aproximação entre os dois países após um período de tensões diplomáticas.
O Supremo Tribunal Federal, que nos últimos meses adotou medidas para disciplinar os supersalários do funcionalismo público, especialmente no Judiciário e no Ministério Público, criou uma gratificação que funcionará como um novo "penduricalho" para seus servidores, contradizendo suas próprias decisões sobre o tema. A matéria é exclusiva para assinantes e não revela mais detalhes sobre o valor ou os critérios da gratificação.
O governo do Distrito Federal tem pressionado pela liberação de um empréstimo ao Banco de Brasília (BRB) para cobrir um rombo de R$ 12,2 bilhões causado pelo envolvimento do banco nas fraudes do Banco Master. O negócio entre BRB e Master foi barrado, a Polícia Federal investigou o caso, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi preso, mas o problema financeiro permanece sem solução.