O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) foi executado a 100%, o que significa que todos os fundos disponíveis foram utilizados ou comprometidos. No entanto, esta execução completa inclui obras que foram excluídas e outras contratadas em excesso, o que vai ter consequências nas contas públicas.
O Governo ainda não conseguiu determinar o valor exato que estas situações vão representar para o Orçamento do Estado. A fatura final permanece incerta, o que levanta questões sobre o impacto real nos cofres públicos.
As obras excluídas e a contratação em excesso de projetos criaram um problema financeiro que terá de ser absorvido pelo Orçamento do Estado, fora do âmbito do PRR. Esta situação demonstra que a execução a 100% do plano não foi isenta de complicações.




