Miguel Castanho, pesquisador do Instituto de Medicina Molecular, considerou que Portugal deve permanecer "atento" em relação ao vírus do Nilo Ocidental, mas salientou que ainda não é motivo de preocupação. O vírus já provocou pelo menos 39 mortes em toda a Europa.
O pesquisador explicou as características do vírus do Nilo Ocidental e os sinais aos quais a população deve estar atenta. Ressaltou que aproximadamente 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas, o que torna a detecção da doença mais difícil.
A situação atual na Europa levanta alertas sanitários, mas as autoridades de saúde portuguesas continuam monitorando a evolução do surto sem tomar medidas extremas. A vigilância permanece como a principal estratégia recomendada.




