Um relatório identificou falhas em quase 100 escolas relacionadas com a realização de exames. A informação foi tornada pública através de um documento que analisou o processo de avaliação.
Cerca de 70 escolas submeteram reapreciações fora do prazo estabelecido, o que representa uma violação dos prazos legais para a apresentação de recursos aos resultados dos exames.
Adicionalmente, 29 escolas registaram atrasos na entrega dos exames da primeira fase, comprometendo o normal funcionamento do calendário de avaliações.
As escolas envolvidas ficam assim sujeitas a procedimentos de fiscalização e eventual aplicação de medidas corretivas por parte das entidades responsáveis pela organização dos exames nacionais.




