O médico Dr. Rafael Pelosi defende que escolas e hospitais não deveriam oferecer alimentos ultraprocessados em suas dependências, argumentando que esses ambientes têm responsabilidade na promoção da saúde. Segundo ele, a presença frequente desses produtos nas cantinas escolares e refeições hospitalares precisa ser revista, pois vai contra o princípio de contribuir para a saúde da população.
O especialista destaca que não é coerente estimular hábitos alimentares saudáveis entre crianças e, ao mesmo tempo, manter à disposição refrigerantes, doces, salgadinhos e outros produtos ultraprocessados dentro das escolas. A discussão, segundo Pelosi, não envolve apenas escolhas individuais, mas a forma como esses produtos são disponibilizados em espaços institucionais.
Entre os alimentos considerados ultraprocessados que fazem parte desse cenário estão refrigerantes e outras bebidas açucaradas, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, embutidos como salsicha, presunto e mortadela, além de macarrão instantâneo e refeições ultraprocessadas prontas.




