O presidente do Chega, André Ventura, admitiu nesta sexta-feira, 28 de agosto, em Coimbra, que o partido poderá apresentar uma moção de censura contra o governo. Durante as suas declarações, Ventura afirmou que "Luís Neves não tem nenhuma condição para continuar", referindo-se a outro político, embora o texto tenha sido cortado.
André Ventura ameaçou o executivo com esta moção de censura, mostrando a intenção do Chega de pressionar politicamente o governo. A declaração foi feita publicamente na cidade de Coimbra, onde Ventura se encontrava em evento político.
O partido Chega, liderado por Ventura, posiciona-se assim como oposição ativa ao governo, utilizando a ameaça de moção de censura como instrumento político para demonstrar a sua posição face ao executivo. Esta ação insere-se numa estratégia mais ampla de contestação política por parte do partido.




