Ricardo Videira aponta reformas e aposentadorias como desafios para a saúde em Vendas Novas
Rádio Campanário28 de agosto de 2026 às 15:08
O Município de Vendas Novas quer reforçar a resposta dos cuidados de saúde no município, considerando urgente aumentar o número de médicos de família disponíveis para acompanhar uma população que tem crescido. A questão esteve em destaque numa reunião de trabalho realizada em 20 de agosto, que reuniu o Prefeito Municipal, Ricardo Videira, o Vice-Prefeito, Luís Laranjo Matias, a Secretária Municipal com a pasta da Saúde, Sofia Batista, o Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), Carlos Mateus Gomes, e a enfermeira gerente, Natália Pereira.
Entre as principais preocupações apresentadas pela administração municipal está a necessidade de reforçar o número de médicos de família. A situação ganha particular relevância diante da conjugação de vários fatores, nomeadamente o crescimento populacional, os atuais afastamentos médicos e a aproximação da aposentadoria de vários profissionais que asseguram atualmente cuidados de saúde à população. Ricardo Videira reconheceu que Vendas Novas tem desafios importantes na área dos profissionais de saúde, destacando sobretudo médicos que se encontram próximos da aposentadoria. O crescimento demográfico coloca o município como o terceiro mais populoso da região.
Durante a reunião, Ricardo Videira informou que existe disponibilidade manifestada pela ULSAC para fazer parte da solução. O reforço dos recursos humanos é considerado fundamental para assegurar uma resposta adequada às necessidades da população. A possibilidade de criar medidas destinadas a atrair e fixar profissionais de saúde no município foi também abordada. Questionado sobre a existência de um regulamento municipal de apoio à fixação de profissionais, Videira esclareceu que, atualmente, Vendas Novas não dispõe de uma medida específica
O Município de Vendas Novas quer reforçar a resposta dos cuidados de saúde no concelho e considera urgente aumentar o número de médicos de família disponíveis para acompanhar uma população que tem vindo a crescer.
A questão esteve em destaque numa reunião de trabalho realizada a 20 de agosto, que juntou o Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Ricardo Videira, o Vice-Presidente, Luís Laranjo Matias, e a Vereadora com o pelouro da Saúde, Sofia Batista, ao Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), Carlos Mateus Gomes. O encontro contou ainda com a presença da enfermeira gestora, Natália Pereira.
Entre as principais preocupações apresentadas pela autarquia está a necessidade de reforçar o número de médicos de família no concelho. A situação ganha particular relevância perante a conjugação de vários fatores, nomeadamente o crescimento populacional, as atuais baixas médicas e a aproximação da reforma de vários profissionais que asseguram atualmente cuidados de saúde à população.
Em declarações à Rádio Campanário, Ricardo Videira reconheceu que “Vendas Novas tem alguns desafios importantes na área dos profissionais de saúde”, destacando sobretudo a situação de vários médicos que prestam serviço no concelho e que se encontram próximos da aposentação.
“As baixas médicas são também uma preocupação para o Autarca”, refere o Município, sendo que, segundo Ricardo Videira, existe por parte da ULSAC “a disponibilidade manifestada pela ULSAC para fazer parte da solução”.
O crescimento demográfico de Vendas Novas é outro dos fatores que, segundo o presidente da Câmara, está a aumentar a pressão sobre os serviços de saúde locais. Ricardo Videira destaca “o crescimento da população e que coloca o concelho como o terceiro concelho mais populoso do distrito”, considerando que esta evolução “está a trazer muitos desafios”.
Para o Município, o reforço dos recursos humanos é fundamental para assegurar uma resposta adequada às necessidades da população, garantindo um acesso mais próximo e atempado aos cuidados de saúde primários. Durante a reunião foi também abordada a possibilidade de criar medidas destinadas a atrair e fixar profissionais de saúde no concelho.
Questionado sobre a existência de um regulamento municipal de apoio à fixação de profissionais, Ricardo Videira esclareceu que, atualmente, Vendas Novas não dispõe de uma medida específica nesse âmbito. Ainda assim, o autarca “não fecha a porta a essa possibilidade”, deixando em aberto a criação de futuros mecanismos de apoio caso sejam considerados necessários para reforçar a capacidade de resposta local.
A visita de trabalho permitiu ainda abordar outras questões relacionadas com o funcionamento dos serviços de saúde no concelho. Nesse âmbito, a autarquia informou que o Centro de Saúde de Vendas Novas voltará a contar, a partir de outubro, com serviço de segurança durante 24 horas por dia. A medida pretende reforçar as condições de proteção e segurança de utentes e profissionais, assegurando uma presença permanente no espaço.
A reunião entre o Município e a ULSAC serviu, assim, para identificar os principais desafios da saúde em Vendas Novas e procurar respostas para uma realidade marcada pelo crescimento da população e pela necessidade de garantir a continuidade e qualidade dos cuidados prestados à comunidade.
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