Fim do mistério: revelada a causa da morte de turista belga cujo corpo foi achado dois anos e meio após desaparecer na Austrália
extra28 de agosto de 2026 às 13:46
O mistério em torno da morte da turista belga Céline Cremer, de 31 anos, foi finalmente esclarecido. Seus restos mortais foram encontrados em dezembro do ano passado, dois anos e meio após seu desaparecimento durante uma caminhada na floresta tropical da Tasmânia, na Austrália. A legista Madeleine Wilson informou que ela provavelmente morreu entre 17 e 21 de junho de 2023, com a morte sendo classificada como acidental. Céline foi vista pela última vez perto de Cradle Mountain em 17 de junho de 2023, e seu desaparecimento foi reportado nove dias depois. Após a localização de seu carro no início de uma trilha, equipes de busca e resgate passaram duas semanas procurando-a, mas as condições perigosas causadas pelo frio e mau tempo dificultaram as buscas. O caso gerou grande atenção midiática na Austrália e na Europa.
O Nepal está monitorizando dois lagos formados a montante da área inundada onde centenas de pessoas morreram na quarta-feira, revelou um responsável da Agência Nepalesa de Gestão de Desastres, sinalizando preocupação com potenciais riscos adicionais na região afetada pela catástrofe.
Um vídeo viral nas redes sociais mostra jovens marroquinos atacando uma van da polícia com pedras e chutes durante a crise migratória em Ceuta. O artigo analisa se essas imagens são realmente recentes ou se correspondem ao incidente em questão, verificando a autenticidade e a data das filmagens que circularam online.
Donald Trump está enfrentando críticas após publicar no Truth Social uma imagem gerada por inteligência artificial onde aparece de braço dado com Dolly Parton na Casa Branca. A publicação, feita após a morte da artista country esta semana, foi considerada excessiva e em mau gosto pelos fãs, que usaram a palavra "nojento" para descrever o gesto do antigo presidente.
Apenas quatro das 16 famílias das vítimas do acidente do Elevador da Glória, em Lisboa, receberam indenizações. O relatório final sobre o caso, inicialmente previsto para ser conhecido em 3 de setembro, foi adiado e deverá ser publicado apenas em março do próximo ano.