Este é um texto de opinião que foge ao padrão habitual do autor. De forma meta-reflexiva, o autor explica que normalmente os seus textos seguem um padrão: apresentam um vilão institucional, indicam uma reforma a ser feita e usam um número para fundamentar o argumento.
Neste caso específico, porém, o vilão não é uma instituição externa — é a própria imprensa. O argumento praticamente se escreve sozinho, segundo o autor, e a ironia surge de forma mais natural do que o habitual.
A matéria-prima para este texto é descrita como diferente, sugerindo que o autor vai analisar ou criticar a classe jornalística em vez de um alvo institucional tradicional. O texto indica que a crítica será direcionada aos meios de comunicação social.



