O presidente chinês, Xi Jinping, presidiu nesta sexta-feira uma reunião de altos dirigentes do Partido Comunista Chinês para discutir as operações de resgate no Tibete. O país precisou suspender os trabalhos na área mais afetada por causa de novas ameaças de deslizamentos. A reunião aconteceu dois dias depois de um deslizamento de terra mortal atingir a região de fronteira com o Nepal.
Os dirigentes do Politburo determinaram que sejam feitos "todos os esforços possíveis para procurar e resgatar as pessoas desaparecidas tanto dentro quanto fora do país". As autoridades afirmaram que ainda existem "muitos perigos ocultos" relacionados a geleiras, lagos glaciais e desastres geológicos na região.
Segundo a agência estatal Xinhua, um lago formado pelo próprio deslizamento de terra representa uma nova ameaça à área já atingida, levando à suspensão dos resgates. A situação coloca em risco tanto as equipes de resgate quanto possíveis sobreviventes.




