De Cabral a Castro e Witzel: no Rio, horário eleitoral começa com Paes e Ruas buscando associar rival a antigos aliadosFoto de Airam Dato-on no Pexels
PolíticaCoimbra

De Cabral a Castro e Witzel: no Rio, horário eleitoral começa com Paes e Ruas buscando associar rival a antigos aliados

oglobo28 de agosto de 2026 às 07:30

A propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio começou nesta sexta-feira com os dois principais candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL), buscando se posicionar como alternativa às gestões que comandaram o estado nos últimos anos. Paes, ex-prefeito do Rio, dispõe do maior tempo de propaganda, com 4 minutos e 50 segundos.

O principal argumento de Eduardo Paes é vincular Douglas Ruas à continuidade das administrações de Wilson Witzel e Cláudio Castro, que governaram o estado de 2019 até março deste ano. Os dois eixos centrais de sua campanha são a segurança pública como prioridade e as críticas aos políticos que estiverem à frente do executivo estadual nesse período.

Douglas Ruas, presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), responde ao associar Eduardo Paes ao ex-governador Sérgio Cabral, que foi preso em operações de combate à corrupção. Ruas também pretende atacar o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, atualmente preso em investigação que apura a relação entre política e crime organizado.

A disputa eleitoral ocorre em um momento de mudanças políticas no estado, após as gestões de Witzel e Castro, e ambos os candidatos buscam se dissociar de figuras controversas do passado recente enquanto tentam vincular o adversário a escândalos ou administrações impopulares.

Notícias relacionadas

Política

Do funeral à bênção: os próximos passos no trono da Noruega

O funeral de Harald V, rei da Noruega, marca uma transição histórica na monarquia norueguesa. Desde 1908, a Noruega não realiza coroações físicas, optando por uma cerimônia de bênção mais simples que reflete a natureza menos formal da monarquia norueguesa. O artigo recorda o último funeral de um monarca norueguês e antecipa os próximos passos para a ascensão do príncipe herdeiro Haakon ao trono, num processo que combina tradição com a modernidade característica do país nórdico.

Observador28/08/26, 09:38
JPP quer explicações sobre estudo do ferry Madeira–Continente
Política

JPP quer explicações sobre estudo do ferry Madeira–Continente

O partido Juntos Pelo Povo (JPP), através do diputado Filipe Sousa, solicitou audiências parlamentares prioritárias para analisar o Estudo Econômico-Financeiro sobre a ligação marítima regular de passageiros e carga entre a Madeira e o Continente. Segundo o JPP, o estudo solicitado pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, embora seja uma contribuição relevante, apresenta pressupostos e limitações que precisam ser esclarecidos antes de qualquer decisão sobre a matéria.

dnoticias.pt28/08/26, 09:32
Política

Anthropic vence batalha judicial contra Pentágono na Califórnia

Um tribunal norte-americano bloqueou a decisão do Pentágono de classificar a Anthropic como risco para a cadeia de abastecimento militar, considerando a medida "ilegal e sem fundamento". A juíza Rita Lin, nomeada por Joe Biden, proferiu um despacho de 59 páginas a favor da empresa de inteligência artificial, que tinha recusado permitir que os seus modelos fossem utilizados para vigilância doméstica ou armas autônomas. O Pentágono, liderado por Pete Hegseth, tinha tomado esta decisão após a recusa da Anthropic, que alegou tratar-se de retaliação pelas suas posições sobre segurança da IA. A empresa comemorou a decisão, afirmando continuar focada em trabalhar com o governo, mas enfrenta ainda um segundo processo judicial em Washington relacionado com uma classificação semelhante que poderá impedir o acesso a contratos com o governo civil.

Eco28/08/26, 09:24
Política

Luís Neves andou no carro apreendido de um traficante?

O governo de Luís Montenegro está enfrentando uma semana conturbada, marcada por polêmicas que vão desde a utilização de um carro apreendido de um traficante de drogas por um membro do executivo até a divulgação de um WhatsApp no valor de 600 mil euros. Esses escândalos teriam contribuído para o adiamento da reforma da Seguridade Social, que estava prevista para ser apresentada nesta semana.

Observador28/08/26, 09:23