Os mercados enfrentam o regresso do verão marcados pelo aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã, o deterioramento das contas públicas norte-americanas e o impulso das grandes empresas ligadas à inteligência artificial. Estes três fatores definem o pulso dos mercados financeiros neste período.
O Ibex 35 destaca-se por estar a negociar em zonas de máximos históricos, impulsionado pelo excelente desempenho do setor bancário. Este setor tem apresentado margens de lucro sólidas graças aos tipos de juro elevados e está a distribuir dividendos nunca vistos anteriormente.
Paralelamente, as grandes empresas tecnológicas ligadas à inteligência artificial continuam a exercer um forte impulso nos mercados, sustentando o interesse dos investidores e contribuindo para a dinâmica positiva das bolsas.




