A fiscalização intensificada pela Justiça e pelo Ministério Público do Trabalho tem gerado uma redução significativa nos casos de assédio eleitoral em comparação com as eleições gerais de 2022. A matéria destaca que esse aperto na vigilância está trazendo resultados positivos no combate a essa prática ilegal.
O crime de assédio eleitoral ocorre quando donos de empresas, dirigentes ou gestores públicos pressionam seus funcionários a votar em candidatos específicos. Essa prática é considerada ilegal e tem sido alvo de maior atenção das autoridades competentes nesta eleição.
As ações de fiscalização e punição mais rigorosas parecem estar inibindo a ocorrência desses casos, contribuindo para um processo eleitoral mais limpo e livre de coação no ambiente de trabalho.




