O Governo criou um grupo de trabalho para estudar a sustentabilidade da Segurança Social em Portugal. O grupo concluiu, sem surpresa para o autor, que o sistema é deficitário. O autor questiona esta conclusão, argumentando que a realidade não confirma este diagnóstico.
O autor justifica o seu ceticismo com o perfil das pessoas escolhidas para integrar o grupo de trabalho. Em particular, destaca o coordenador, que sempre defendeu publicamente a posição de que o sistema é deficitário. Esta escolha levanta dúvidas sobre a imparcialidade das conclusões.
O autor critica o que considera uma abordagem pouco transparente do Governo nesta matéria. A forma como o Executivo apresentou as conclusões do grupo de trabalho é descrita como enganadora, sugerindo que há motivações políticas por trás desta narrativa sobre a necessidade de reformular o sistema. O artigo deixa a frase incompleta, referindo-se a uma ação do Governo que seria descrita como "de forma sonsa".


