O número de bebés não vacinados na África do Sul triplicou em menos de uma década, representando uma ameaça significativa à saúde pública do país. Mais de um terço dos bebés sul-africanos não havia recebido qualquer vacina no início do ano, uma situação que levou o Ministério da Saúde a manifestar séria preocupação com o que descreveu como um "nível alarmante" de cobertura vacinal insuficiente.
De acordo com as autoridades de saúde sul-africanas, a proporção de crianças com menos de um ano que não receberam qualquer vacina aumentou drasticamente de 12,1% em 2017 para 36,3% entre janeiro e abril de 2026. Esta evolução representa um crescimento de três vezes no número de bebés sem qualquer proteção vacinal no espaço de menos de dez anos.
O Ministério da Saúde alertou para a gravidade desta tendência, sugerindo que medidas urgentes serão necessárias para reverter este cenário e garantir a proteção das crianças sul-africanas contra doenças preveníveis através da vacinação.



