O artigo questiona o uso do termo "rentrée" para descrever o regresso da atividade política após o verão, argumentando que não existe uma correspondente "sortie" (saída). O autor observa que todos os anos se repete a mesma coisa: o verão é chamado de silly season, uma estação considerada frívola e estouvada.
O comentador refuta esta ideia, afirmando que a estação "estouvada" na realidade se estende de Janeiro a Dezembro, não se limitando ao período estival. Desta forma, questiona a própria distinção que se faz do verão como um tempo diferente do resto do ano.
O artigo argumenta ainda que se fala em rentrée da política quando, na verdade, não há recomeço nenhum. A razão apresentada é simples: os políticos raro saem de cena, andando sempre por aí, o que torna a ideia de um regresso ou reinício algo artificial e desconectado da realidade.




