Quem terá maior tempo de propaganda na TV? Veja como fica a divisão do horário eleitoral entre os candidatos à Presidência
oglobo27 de agosto de 2026 às 19:18
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa nesta sexta-feira, destinada inicialmente aos candidatos ao Senado, deputados estaduais e governadores, seguindo-se no sábado as campanhas presidenciais e de deputados federais. Entre os candidatos à Presidência, o presidente Lula (PT) terá o maior tempo de propaganda no primeiro turno, com 5 minutos e 31 segundos para a coligação "Brasil Pronto para Mais". O PL, partido de Jair Bolsonaro, ficará com o segundo maior espaço, com 4 minutos e 20 segundos. O plano de mídia foi aprovado por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O comentarista da CNN Portugal Rui Calafate analisou os mais recentes desdobramentos em torno das polêmicas que envolvem Luís Neves, ministro da Administração Interna, relativamente à criminalidade violenta que está se instalando em Portugal.
O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, garantiu que o Lago Ontário manterá o seu nome "agora e para sempre" para os canadianos, em reação à decisão do Presidente norte-americano, Donald Trump, de renomear o lago como "Lago América". Esta troca de nomes surge no contexto das tensões comerciais e territoriais entre os dois países, com Trump a ter proposto esta alteração como parte das suas reivindicações sobre o território canadiano.
O comentador da CNN Portugal José Azeredo Lopes considerou que as garantias dadas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Otan "não valem rigorosamente nada", assim como as declarações do Kremlin. Azeredo Lopes afirmou que, se Trump assegurasse que a Rússia não vai atacar a Otan, isso seria motivo para maior preocupação, sublinhando a falta de credibilidade tanto das palavras do presidente norte-americano como das do governo russo.
Sandra Felgueiras comenta os detalhes revelados pela TVI e pela CNN Portugal sobre o uso do carro de Xuxas, um dos maiores traficantes de drogas em Portugal, por parte de Luís Neves, alertando que se o caso levar o país para um pântano, isso não será por culpa dos jornalistas que noticiaram essas informações.