PCP diz que "não vale nada" compromisso do Governo de não reformar Segurança Social
Correio da Manhã27 de agosto de 2026 às 15:54
O PCP considerou que o compromisso do governo de não avançar com a reforma da Segurança Social "não vale nada", por meio de Paulo Raimundo, que afirmou que o executivo "mandou o barro na parede" com o estudo sobre a sustentabilidade do sistema de aposentadorias revelado na semana passada, alertando que, "se não houver muita conversa", o governo procurará formas de avançar com alterações.
Paulo Raimundo acusou o Governo de "atirar barro à parede" em relação à promessa de não mexer na Segurança Social durante esta inúmera, considerando que essa promessa "não vale nada".
O Chega desafiou o PS a viabilizar as propostas do partido para baixar o IVA nos combustíveis e na cesta básica, numa dinâmica de oposição política relativa a medidas fiscais.
José Luís Carneiro voltou a exigir uma posição clara do primeiro ministro garantindo que a Seguridade Social não será privatizada, reforçando sua oposição a qualquer possibilidade de abertura do sistema de Seguridade Social ao setor privado.
O presidente do Chega, Ventura, criticou hoje a inação do governo frente aos problemas causados pela tempestade Kristin, apontando particularmente para as estradas que permanecem cortadas sem que tenham sido criadas alternativas viárias para a população afetada.