Caso Lindsay Clancy. "Num surto psicótico a pessoa não tem capacidade para compreender as consequências dos seus atos"
CNN Portugal27 de agosto de 2026 às 11:09
O psicólogo forense que acompanha o polêmico caso de Lindsay Clancy, nos Estados Unidos, rejeita a tese de surto psicótico para explicar o alegado assassinato dos três filhos. Em entrevista, Isa Silvestre, psicóloga clínica, esclareceu o que acontece a uma pessoa em estado psicótico, salientando que durante um episódio psicótico a pessoa perde a capacidade de compreender as consequências dos seus atos, o que levanta questões sobre a responsabilidade criminal no caso.
O primeiro-Ministro português, Luís Montenegro, vai marcar presença na tomada de posse do Presidente da República de São Tomé e Príncipe no dia 03 de setembro, naquela que será a sua primeira deslocação oficial ao país desde que assumiu o cargo.
O Irã está tentando manter os seus poucos aliados internacionais diante da "guerra econômica" imposta pelos Estados Unidos, num contexto de crescente isolamento diplomático. O artigo refere que Donald Trump já alertou que se opõe a acordos entre Teerã e Mascate, tendo ameaçado Omã com bombardeios caso o país se colocasse "no caminho" dos interesses norte-americanos, evidenciando as tensões crescentes entre Teerã e Washington.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Rússia não vai atacar os países-membros da Otan, minimizando relatos da imprensa americana de que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria viajado secretamente a Moscou para alertar os russos contra qualquer ofensiva aos aliados. O Kremlin já havia classificado as alegações como "alarmistas". Trump completou que mantém "boas conversas" com o presidente russo, Vladimir Putin.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai compartilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow. A ameaça eleva as tensões entre a Rússia e os países ocidentais que apoiam a Ucrânia.