Suposto mentor dos ataques de 11 de Setembro será julgado em 2028
cbn27 de agosto de 2026 às 10:27
O julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser o mentor dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, foi marcado para junho de 2028 por um juiz da Força Aérea dos Estados Unidos. O processo envolve outros três réus, todos mantidos na Baía de Guantánamo, em Cuba, totalizando mais de 25 anos entre os ataques e o início do julgamento. Os promotores haviam pedido o início para 2027, mas o juiz considerou o prazo insuficiente para resolver questões pendentes, como disputas sobre provas a serem apresentadas. Anteriormente, Mohammed havia chegado a um acordo de confissão para evitar um julgamento que resultaria em pena de morte.
A Comissão Europeia anunciou a mobilização de um milhão de euros para fornecer cuidados urgentes de saúde, alimentação e abrigo às vítimas das enchentes que afetaram o norte do Nepal, na região junto à fronteira com a China. Essa verba visa apoiar as operações humanitárias necessárias para responder à emergência causada pelas cheias no país asiático.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai partilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar os seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow, aumentando significativamente a capacidade militar ukrainiana contra alvos russos.
Um relatório recente identificou 21 escolas particulares em Portugal que apresentam consistentemente notas muito elevadas (19 ou 20 pontos) há oito anos consecutivos. Em 2024/2025, mais de um terço dos alunos de 38 colégios obtiveram essas classificações máximas em pelo menos uma disciplina, levantando questões sobre a consistência e transparência dos critérios de avaliação.
Um desprendimento de geleira na região fronteiriça entre o Nepal e o Tibete, provocado por mudanças climáticas, causou uma catástrofe humanitária com centenas de mortos e cerca de 1500 desaparecidos. O Major-General Isidro de Morais Pereira explicou que o impacto do desprendimento gerou um tremor de terra de magnitude 5.2, descrevendo as imagens da destruição como "avassaladoras".