Cidadã portuguesa está entre os quase 400 desaparecidos após cheia repentina no Nepal
SOL26 de agosto de 2026 às 15:07
Uma cidadã portuguesa está entre os quase 400 desaparecidos após uma cheia repentina no Nepal, que já provocou pelo menos 55 mortos confirmados. O desastre ocorreu na sequência de fortes chuvas que atingiram a região, causando inundações repentinas e destruindo habitações e infraestruturas. As autoridades nepalesas continuam com as operações de busca e resgate, enquanto a comunidade internacional acompanha a situação.
Um motorista que foi vítima de um assalto violento em Lisboa na terça-feira garantem não ter sido responsável pela morte do assaltante afirmando ter agido em legítima defesa quando tinha uma arma de fogo apontada para a cabeça. Em declarações exclusivas à SIC, o motorista defendeu-se das acusações, explicando que a sua reação foi proporcional à ameaça iminente que enfrentou durante o assalto.
Uma avalanche devastadora atingiu os Himalaias entre o Nepal e o Tibete a uma altitude de cerca de 5 quilômetros, causando uma destruição tão intensa que foi comparada a um terremoto. O número provisório de vítimas mortais está próximo de 400, tornando-se uma das catástrofes naturais mais mortíferas da região nos últimos anos.
Os incêndios que devastaram Vouzela e Valpaços foram oficialmente classificados como "catástrofe natural", abrindo caminho para apoios aos agricultores afetados. Os subsídios cobrem 100% dos primeiros 10 mil euros de despesa elegível, e as explorações agrícolas que registraram danos superiores a 30% do potencial produtivo podem candidatar-se a estes apoios governamentais.
Um polícia espanhol que se encontrava de férias foi vítima de um roubo com arma branca. Dois homens abordaram a vítima nas proximidades de uma superfície comercial, onde lhe roubaram a carteira profissional, dinheiro e um relógio. O agente ficou ferido durante a ocorrência e foi transportado a um hospital para receber cuidados médicos.