Mais de 170 mortos e cerca de 1.300 desaparecidos após cheias devastadoras no Nepal e no Tibete
RTP Notícias27 de agosto de 2026 às 08:30
Mais de 170 pessoas morreram e cerca de 1.300 estão desaparecidas após enchentes devastadoras na fronteira entre o Nepal e o Tibete, na China. As equipes de resgate continuaram nesta quinta-feira seus esforços para encontrar os desaparecidos, incluindo centenas de turistas estrangeiros, um dia após a catástrofe que atingiu a região.
Um motorista que foi vítima de um assalto violento em Lisboa na terça-feira garantem não ter sido responsável pela morte do assaltante afirmando ter agido em legítima defesa quando tinha uma arma de fogo apontada para a cabeça. Em declarações exclusivas à SIC, o motorista defendeu-se das acusações, explicando que a sua reação foi proporcional à ameaça iminente que enfrentou durante o assalto.
Uma avalanche devastadora atingiu os Himalaias entre o Nepal e o Tibete a uma altitude de cerca de 5 quilômetros, causando uma destruição tão intensa que foi comparada a um terremoto. O número provisório de vítimas mortais está próximo de 400, tornando-se uma das catástrofes naturais mais mortíferas da região nos últimos anos.
Os incêndios que devastaram Vouzela e Valpaços foram oficialmente classificados como "catástrofe natural", abrindo caminho para apoios aos agricultores afetados. Os subsídios cobrem 100% dos primeiros 10 mil euros de despesa elegível, e as explorações agrícolas que registraram danos superiores a 30% do potencial produtivo podem candidatar-se a estes apoios governamentais.
Um polícia espanhol que se encontrava de férias foi vítima de um roubo com arma branca. Dois homens abordaram a vítima nas proximidades de uma superfície comercial, onde lhe roubaram a carteira profissional, dinheiro e um relógio. O agente ficou ferido durante a ocorrência e foi transportado a um hospital para receber cuidados médicos.