Negócios
Quiet Quitting: ruptura do contrato psicológico
SAPO Notícias27 de agosto de 2026 às 07:00
O artigo explora o fenômeno do "quiet quitting" (demissão silenciosa) como resultado da percepção de injustiça organizacional. Partindo de uma referência a Dickens em Great Expectations, o texto argumenta que, embora as pessoas aceitem hierarquias e diferenças de responsabilidade, são profundamente sensíveis à injustiça — especialmente quando esforço, competência e mérito deixam de ser reconhecidos. O "quiet quitting" surge precisamente neste momento silencioso e perigoso, quando os colaboradores se desengajam psicologicamente da organização.
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