Guterres defende reformulação das operações de manutenção da paz da ONU
dnoticias.pt26 de agosto de 2026 às 22:37
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, considerou hoje "crucial" uma reformulação das operações de manutenção da paz das Nações Unidas, ao apresentar em Nova York o relatório da "Revisão sobre o futuro de todas as formas de operações de paz das Nações Unidas". Guterres sublinhou que a proporção de conflitos resolvidos mediante acordos pacíficos é agora "a mais baixa em décadas", defendendo que essas missões são essenciais para desarmar crises, pôr fim a conflitos e manter a estabilidade mundial.
O primeiro-Ministro português, Luís Montenegro, vai marcar presença na tomada de posse do Presidente da República de São Tomé e Príncipe no dia 03 de setembro, naquela que será a sua primeira deslocação oficial ao país desde que assumiu o cargo.
O Irã está tentando manter os seus poucos aliados internacionais diante da "guerra econômica" imposta pelos Estados Unidos, num contexto de crescente isolamento diplomático. O artigo refere que Donald Trump já alertou que se opõe a acordos entre Teerã e Mascate, tendo ameaçado Omã com bombardeios caso o país se colocasse "no caminho" dos interesses norte-americanos, evidenciando as tensões crescentes entre Teerã e Washington.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Rússia não vai atacar os países-membros da Otan, minimizando relatos da imprensa americana de que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria viajado secretamente a Moscou para alertar os russos contra qualquer ofensiva aos aliados. O Kremlin já havia classificado as alegações como "alarmistas". Trump completou que mantém "boas conversas" com o presidente russo, Vladimir Putin.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai compartilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow. A ameaça eleva as tensões entre a Rússia e os países ocidentais que apoiam a Ucrânia.