Em três anos, 1,2 mil 'mulas' do tráfico vindas do Brasil foram presas ao entrarem na França com drogas, diz relatório
oglobo26 de agosto de 2026 às 20:06
Um relatório interno do Escritório de Antinarcóticos da França (Ofast) revelou que, nos últimos três anos, 1.200 "mulas" do tráfico vindas do Brasil foram presas ao entrar no país europeu transportando drogas. O documento mostra preocupação com a extensão do fenômeno, já que um único voo comercial pode transportar até 30 "mulas" entre os passageiros, com a estratégia das organizações criminosas sendo garantir que pelo menos uma escape da fiscalização. A principal droga transportada é a cocaína, que, junto com a maconha tailandesa, tem inundado o país, gerando grandes desafios às autoridades locais. Segundo o Ofast, 84,3 toneladas de cocaína foram apreendidas na França no período analisado.
O primeiro-Ministro português, Luís Montenegro, vai marcar presença na tomada de posse do Presidente da República de São Tomé e Príncipe no dia 03 de setembro, naquela que será a sua primeira deslocação oficial ao país desde que assumiu o cargo.
O Irã está tentando manter os seus poucos aliados internacionais diante da "guerra econômica" imposta pelos Estados Unidos, num contexto de crescente isolamento diplomático. O artigo refere que Donald Trump já alertou que se opõe a acordos entre Teerã e Mascate, tendo ameaçado Omã com bombardeios caso o país se colocasse "no caminho" dos interesses norte-americanos, evidenciando as tensões crescentes entre Teerã e Washington.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Rússia não vai atacar os países-membros da Otan, minimizando relatos da imprensa americana de que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria viajado secretamente a Moscou para alertar os russos contra qualquer ofensiva aos aliados. O Kremlin já havia classificado as alegações como "alarmistas". Trump completou que mantém "boas conversas" com o presidente russo, Vladimir Putin.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai compartilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow. A ameaça eleva as tensões entre a Rússia e os países ocidentais que apoiam a Ucrânia.