Seis anos depois, Harry e Meghan regressam ao Reino Unido. Mas há um problema
SIC Notícias26 de agosto de 2026 às 17:12
Seis anos após deixarem o Reino Unido e a vida oficial da família real britânica, o príncipe Harry e Meghan Markle voltaram ao país com os filhos Archie e Lilibet, numa visita que reabre feridas antigas e levanta novas questões sobre a relação deles com a família real, a recepção dos britânicos e, sobretudo, a segurança dos duques de Sussex e dos filhos.
Francisco Pinto Balsemão, fundador do Expresso e da SIC, vai dar o nome a uma avenida em Cascais. A "Avenida Francisco Pinto Balsemão" estará localizada ao lado do Forte de São Jorge de Oitavos, ligando a Rotatória Pedro Monjardino à Avenida Nossa Senhora do Cabo, e será inaugurada no dia 1º de setembro. A Câmara Municipal de Cascais justifica esta homenagem como reconhecimento pela "contribuição excepcional" de Balsemão para a consolidação da democracia portuguesa, defesa da liberdade de imprensa e desenvolvimento do país. Francisco Pinto Balsemão morreu em 1º de novembro de 2025, aos 88 anos.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Suécia, Polónia e Países Baixos pediram esta quinta-feira a reabertura do debate sobre a utilização dos ativos russos congelados para financiar a ajuda à Ucrânia. Este pedido surge após o presidente Volodymyr Zelenski ter solicitado um número para cobrir o défice no orçamento de defesa do país.
O novo calendário escolar para 2026/2027 em Portugal determina que a maioria dos alunos retorne às aulas entre 11 e 15 de setembro, mas os estudantes dos cursos de formação geral do ensino médio — incluindo Ciências e Tecnologias, Ciências Sociais e Economia, Línguas e Humanidades e Artes Visuais — só começam no dia 21 de setembro. Essa alteração está no Despacho n.º 10430/2026, que modificou o calendário anterior, podendo fazer com que irmãos de diferentes níveis de ensino voltem às aulas com mais de uma semana de intervalo.
A Cruz Vermelha Portuguesa lançou um apelo público para recolher fundos e apoio humanitário destinados às vítimas das cheias que afetaram o Nepal, enquanto a Cruz Vermelha nepalesa já se encontra no terreno com equipes de emergência, voluntários e bens de primeira necessidade para prestar assistência às populações afetadas.