La Russia ha annunciato domenica 30 agosto di stare preparando "attacchi massicci" contro le installazioni del settore energetico dell'Ucraina, in un'intensificazione delle incursioni che si verifica da diversi mesi. Il Ministero della Difesa russo ha indicato che si tratta di una "risposta ai continui attacchi del regime di Kiev contro le infrastrutture civili e il complesso petrolifero ed energetico della Russia".
Lo scorso inverno, Mosca aveva già moltiplicato gli attacchi alle centrali ucraine, devastando il settore energetico del paese e immergendo milioni di persone nel freddo e nell'oscurità. Entrambi i paesi sono stati coinvolti in un'intensificazione di attacchi a lungo raggio che mirano a un numero crescente di infrastrutture civili, provocando regolarmente vittime mortali.
Alla vigilia dell'annuncio, un attacco russo a un deposito di munizioni nei dintorni di Kiev ha provocato una grande esplosione e ha causato almeno 38 morti. L'esercito russo ha anche rivendicato di aver colpito una fabbrica di amianto e cemento e un produttore di droni e munizioni nella capitale ucraina. In risposta, l'Ucraina ha attaccato con droni una raffineria di petrolio nel nord-ovest della Russia, provocando un incendio.
I negoziati per un cessate il fuoco sono paralizzati da quando gli Stati Uniti si sono coinvolti nella guerra contro l'Iran, dopo l'offensiva lanciata insieme a Israele il 28 febbraio. La Russia ha invaso l'Ucraina nel febbraio del 2022, dando inizio al conflitto più grave in Europa dalla Seconda Guerra Mondiale, che ha già provocato un numero molto elevato di vittime civili e militari.

A Rússia anunciou este domingo, 30 de agosto, estar a preparar “ataques maciços” contra instalações do setor energético da Ucrânia, num contexto de nítida intensificação das investidas há vários meses.
“As forças armadas russas iniciaram os preparativos para ataques maciços contra as instalações do setor energético da Ucrânia”, declarou o Ministério da Defesa russo numa mensagem nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.
O ministério disse que se trata de uma “resposta aos contínuos ataques do regime de Kiev contra as infraestruturas civis e o complexo petrolífero e energético da Rússia”.
Durante o inverno passado, Moscovo multiplicou os ataques às centrais ucranianas, devastando o setor energético do país e mergulhando milhões de pessoas no frio e na escuridão.
A Rússia e a Ucrânia estão envolvidas há vários meses numa intensificação de ataques de longo alcance, que visam um número crescente de infraestruturas civis, tais como armazéns, comércios, instalações petrolíferas e portuárias e navios.
Estes ataques provocam regularmente vítimas civis.
O Exército russo reivindicou hoje ter atingido em Kiev durante a noite uma fábrica de amianto e cimento, cujos armazéns eram utilizados para guardar explosivos, segundo Moscovo, bem como um fabricante de drones e munições.
Na véspera, um ataque russo a um depósito de munições nos arredores de Kiev provocou uma grande explosão e causou a morte a pelo menos 38 pessoas, segundo um balanço atualizado hoje.
A Ucrânia atacou durante a noite com drones uma refinaria de petróleo no noroeste da Rússia, provocando um incêndio, relataram as autoridades locais.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu na sexta-feira à indústria de defesa que acelerasse a produção de armamento para aumentar o lançamento de drones contra alvos na Rússia de 300 para mil por dia.
A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022 para “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho, desencadeando o conflito mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
O conflito causou um número por determinar de vítimas, tanto civis como militares, que diversas fontes, incluindo a ONU, admitem ser muito elevado.
As negociações para um cessar-fogo estão paralisadas desde que os Estados Unidos se envolveram na guerra contra o Irão, após a ofensiva que lançaram em conjunto com Israel em 28 de fevereiro.
Ucranianos e russos mantêm contactos apenas para troca de prisioneiros de guerra e de corpos de soldados.