Montenegro chiude l'Università Estiva del PSD con il governo sotto la minaccia di una mozione di censuraFoto di Uiliam Nörnberg su Pexels
Politica
Образование

Montenegro chiude l'Università Estiva del PSD con il governo sotto la minaccia di una mozione di censura

Eco30 agosto 2026 alle ore 10:31

Il primo ministro e presidente del PSD, Luís Montenegro, chiude domenica la 22ª edizione dell'Università Estiva del partito a Castelo de Vide, nel distretto di Portalegre. La sessione di chiusura si svolge a partire dalle 12:00, dopo che Montenegro aveva partecipato giovedì tramite videoconferenza, rispondendo alle domande dei partecipanti e promettendo di parlare oggi delle riforme nell'istruzione e della qualificazione delle risorse umane.

La settimana politica è stata contrassegnata dalla minaccia del leader del Chega, André Ventura, di presentare in parlamento una mozione di censura al governo qualora Montenegro non risolva la situazione del ministro dell'Amministrazione Interna, Luís Neves, considerando che questa ha raggiunto un livello "grottesco" e "inaccettabile". Il portavoce del PSD, Sebastião Bugalho, ha rifiutato che questo ultimatum indebolisca l'esecutivo, affermando che il partito continua a risolvere i problemi.

L'agenda politica è stata inoltre contrassegnata dalla discussione sulla Previdenza Sociale, dopo la presentazione di uno studio del gruppo di lavoro creato dal governo per proporre misure di riforma. Tuttavia, Montenegro ha escluso qualsiasi cambiamento strutturale in questo ambito durante l'attuale mandato, promettendo che, se un giorno proporrà tale trasformazione, sarà sulla base di un impegno assunto con il popolo portoghese prima delle prossime elezioni.

A circa un mese dalla presentazione della Legge di Bilancio per il 2026, diversi dirigenti del PSD hanno sottolineato somiglianze tra i discorsi dei leader del Chega e del PS. Montenegro ha promesso "pazienza" e "tolleranza democratica" nei confronti dell'opposizione, nonostante abbia attribuito a quest'ultima "molti errori e sciocchezze", senza chiarire se intende negoziare il Bilancio.


O presidente do PSD e primeiro-ministro encerra este domingo a Universidade de Verão do partido, com a agenda política marcada pela discussão sobre a Segurança Social e pela ameaça do Chega em apresentar uma moção de censura ao Governo.

Povo Livre, o ‘jornalismo’ sem “censura moderna”

Ler Mais

Luís Montenegro participa a partir das 12h00 na sessão de encerramento da 22.ª edição desta iniciativa de formação de jovens quadros, que decorre desde segunda-feira em Castelo de Vide (Portalegre), depois de na quinta-feira ter respondido, por videoconferência, a dez perguntas dos participantes na iniciativa, prometendo falar no enceeramento sobre educação.

A intervenção do presidente do PSD funciona, habitualmente, como a segunda ‘rentrée’ do partido, depois da Festa do Pontal, no Algarve, na qual anunciou este ano a reentrada do Estado no capital da REN e criticou o que chamou de “censura moderna“, lamentado que os portugueses só conheçam as polémicas e incidentes e o mais importante fique “escondido em notas de rodapé”.

Desde então, foi apresentado um estudo do grupo de trabalho criado pelo Governo para “propor medidas tendentes à reforma da Segurança Social“, mas esta semana o primeiro-ministro, tal como já tinham feito outros membros do Governo, afastou qualquer mudança estrutural nesta área na atual legislatura.

Na quinta-feira, na participação surpresa à distância na Universidade de Verão do PSD, Montenegro prometeu que, “se algum dia propuser essa transformação estrutural, será na base de um compromisso” assumido com o povo português antes das próximas eleições. “O meu desejo era que nós pudéssemos ter um entendimento nacional para que, independentemente da força política que ganhasse as eleições, todos se comprometessem a executar a transformação estrutural que dá sustentabilidade a este sistema“, afirmou então.

Na mesma ocasião, em que passou em revista as principais medidas do executivo PSD/CDS-PP, Montenegro prometeu para hoje falar “das reformas da educação”. “Daquilo que estamos a fazer para termos uma qualificação maior dos nossos recursos humanos e com isso podermos ser um país mais atrativo, mais produtivo“, disse.

Depois das polémicas e atrasos que envolveram a correção digital dos exames nacionais, o número de alunos colocados numa instituição de ensino superior pública foi de 49.991 jovens, mais 6.092 do que em 2025, quando o número de colocados foi o mais baixo desde 2017.

A semana política ficou marcada pela ameaça do líder do Chega, André Ventura, de entregar no parlamento na terça-feira uma moção de censura ao Governo caso o primeiro-ministro não resolva a situação do ministro da Administração Interna, Luís Neves, que considera ter atingido um nível “grotesco” e “inaceitável”.

Numa breve reação ao tema, o porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, recusou que este ultimato enfraqueça o Governo. “Enquanto muitos ao nosso redor perdem tempo com barulhos e cortinas de fumo, nós continuamos a resolver problemas“, afirmou depois aos jornalistas, após o Tribunal Constitucional ter dado luz verde à chamada lei do retorno.

Também Montenegro, na sua passagem virtual por Castelo de Vide na quinta-feira, já tinha defendido que trabalhar será a resposta às críticas e “pedidos de distração”. “Como é que nós vencemos o negativismo, o pessimismo daqueles que querem deixar tudo na mesma? Trabalhando. Como é que nós respondemos àqueles que fazem esses ataques sem fundamento, sem razão? Trabalhando“, afirmou.

A cerca de um mês da entrega do Orçamento do Estado para 2026, foram vários os dirigentes do PSD que procuraram apontar na Universidade de Verão do PSD semelhanças entre o discurso dos líderes do Chega e PS, com o presidente do PSD a prometer depois “paciência” e “tolerância democrática” para com a oposição, apesar de lhes apontar “muitas asneiras e disparates”, sem abrir o jogo sobre eventuais negociações orçamentais.

Articoli correlati

Politica

La commissione del Congresso voterà lunedì (31) l'MP che può azzerare la 'tassa delle magliette'

La commissione mista del Congresso Nazionale voterà lunedì (31) il Decreto Legge che azzera l'imposta federale sugli acquisti internazionali fino a cinquanta dollari, la chiamata "tassa delle magliette". Il governo ha fretta, poiché il testo deve essere approvato entro l'8 settembre, altrimenti l'imposta del 20% tornerà in vigore. La relatrice, senatrice Leila Barros, ha già confermato di essere favorevole all'esenzione e ha presentato il parere finale entro le 16 di lunedì. Il settore produttivo nazionale, rappresentato dalla CNC e dalla CNI, avverte che la misura potrebbe mettere a rischio fino a 109.000 posti di lavoro in Brasile, e la relatrice ha ricevuto manifestazioni del settore per dibattere la questione.

cbn30/08/26, 12:11
Pureza encerra hoje rentrée do BE com "ataque da direita à Segurança Social" na agenda
Politica

Pureza chiude oggi la rentrée del BE con "attacco della destra alla Previdenza Sociale" in agenda

Il leader del Blocco di Sinistra (BE), Pedro Pureza, chiude oggi la rentrée politica del partito, in un momento in cui il BE intende mettere in agenda quello che classifica come un "attacco della destra" alla Previdenza Sociale e alla Costituzione. Questa posizione emerge nel contesto del dibattito politico sulle riforme nel sistema di protezione sociale portoghese.

Correio da Manhã30/08/26, 12:11
Politica

Settembre porta Sócrates, Salgado e agenti della PSP davanti alla Giustizia

I tribunali in Portogallo riprendono martedì dopo un mese e mezzo di vacanze giudiziarie, con vari processi di grande rilievo che continuano o ricominciano, incluso il caso dell'ex primo ministro José Sócrates, il procedimento relativo all'ex banchiere Ricardo Salgado, e ancora processi che coinvolgono agenti della PSP. Il ritorno in piena attività giudiziaria segna la ripresa di decine di procedimenti che erano sospesi durante il periodo di pausa.

Notícias de Coimbra30/08/26, 12:08
Fretilin decide não apresentar candidato às presidenciais de Timor-Leste
Politica

Fretilin decide di non presentare un candidato alle presidenziali di Timor-Leste

Il partito Fretilin, principale partito di opposizione in Timor-Leste, ha deciso domenica di non presentare alcun candidato alle prossime elezioni presidenziali del paese. La decisione è stata annunciata ufficialmente dal partito, che ha governato Timor-Leste dopo l'indipendenza, ma che attualmente svolge il ruolo di opposizione nel parlamento nazionale.

Correio da Manhã30/08/26, 12:05