La Bulgaria e la Lettonia hanno ricevuto le prime trance del SAFE, per un totale di 489,3 milioni di euro per Sofia e 524,7 milioni di euro per Riga, corrispondenti al 15% delle loro quote garantite di 3,3 miliardi e 3,5 miliardi di euro rispettivamente. Si tratta dei primi pagamenti a questi due paesi attraverso questo strumento europeo di finanziamento alla Difesa.
Il commissario europeo per la Difesa e lo Spazio, Andrius Kubilius, ha affermato che questi pagamenti aiuteranno la Bulgaria e la Lettonia ad accelerare investimenti essenziali nel settore della difesa, rafforzando la loro prontezza e resilienza al confine orientale dell'UE. Il SAFE consente agli Stati membri di investire più rapidamente, acquisire equipaggiamenti con maggiore efficacia attraverso azioni congiunte e rafforzare la base industriale di difesa dell'Europa.
Il SAFE mette a disposizione fino a 150 miliardi di euro in prestiti agli Stati membri per finanziare soprattutto acquisti congiunti di munizioni, missili, sistemi di difesa aerea e equipaggiamenti da combattimento terrestre prodotti nell'Unione Europea. Lo strumento è integrato nel piano ReArm Europe/Readiness 2030, che intende mobilitare oltre 800 miliardi di euro in investimenti nella Difesa europea.
Con la Bulgaria e la Lettonia, sale a sette il numero di paesi che hanno già ricevuto la prima trance del prestito, dopo Polonia, Cipro, Croazia, Estonia e Romania. Il Portogallo ha un'allocazione di 5,8 miliardi di euro attraverso il SAFE, ma continua a non ricevere il primo esborso del 15%, senza che la Commissione Europea abbia ancora avanzato una data per la prima trance portoghese.

A Bulgária e a Letónia receberam 489,3 milhões e 524,7 milhões de euros do SAFE, respetivamente, representando os primeiros pagamentos a estes países. Em ambos os casos, o desembolso corresponde a 15% das fatias garantidas, 3,3 mil milhões de euros no caso de Sófia e 3,5 mil milhões para Riga.
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“Com estes primeiros pagamentos do SAFE, estamos a ajudar a Bulgária e a Letónia a acelerar investimentos essenciais na área da defesa, ao mesmo tempo que reforçamos a sua prontidão e resiliência. Estamos a agir de forma rápida e decisiva para apoiar os Estados-membros na fronteira oriental da UE. O SAFE permite aos Estados-membros investir mais rapidamente, adquirir com maior eficácia através de ações conjuntas e reforçar a base industrial de defesa da Europa”, assinala Andrius Kubilius, comissário europeu para a Defesa e o Espaço, citado em comunicado.
O SAFE disponibiliza até 150 mil milhões de euros em empréstimos aos Estados-membros para financiar sobretudo compras conjuntas de munições, mísseis, sistemas de defesa aérea e equipamentos de combate terrestre produzidos na União Europeia. O instrumento integra o plano ReArm Europe/Readiness 2030, que pretende mobilizar mais de 800 mil milhões de euros em investimento na Defesa europeia.
Tratam-se dos primeiros de vários desembolsos previstos, que serão feitos “à medida que as metas acordadas e a implementação forem atingidas”.
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Com Bulgária e Letónia, sobe para sete o número de países que já receberam a primeira tranche do empréstimo, depois da Polónia, Chipre, Croácia, Estónia e Roménia. A Roménia recebeu na quarta-feira 2,5 mil milhões de euros, correspondentes a 15% dos 16,7 mil milhões de euros atribuídos ao país.
Portugal tem uma alocação de 5,8 mil milhões de euros através do SAFE, mas continua sem receber o primeiro desembolso de 15%. A Comissão Europeia ainda não avançou com uma data para a primeira tranche portuguesa.