Grenade a enregistré 1 279 séismes depuis la secousse de magnitude 5 enregistrée le 15 août à Alhendín, qui a provoqué l'alarme parmi la population et les premiers dégâts dans les habitations de la zone métropolitaine. Le séisme qui a marqué le début de la série sismique actuelle s'est produit après quatre autres secousses dans le versant sud de la Vega de Grenade. La majorité des secousses enregistrées étaient de faible magnitude, une dizaine environ dépassant la magnitude 3.
L'Institut Géographique National espagnol a détecté une diminution de l'activité sismique au cours de cette semaine, bien que les secousses se poursuivent. Le jeudi, 40 séismes de magnitude supérieure à 2 ont été enregistrés, dont huit ressentis par la population, et le vendredi 28 août, l'activité a baissé à huit événements. La semaine précédente, la Vega de Grenade a été frappée par un séisme de magnitude 4,8 avec épicentre à Gójar, suivi de trois secousses de magnitudes 4,2, 4,0 et 3,9, qui ont provoqué d'innombrables dégâts et des appels d'alerte de toutes les provinces du sud de l'Espagne.
Au cours des 15 jours d'activité sismique, les municipalités de la Vega de Grenade ont renforcé les inspections techniques pour évaluer les dégâts et ont approuvé des aides et des allocations pour les personnes touchées. Le Consortium d'Indemnisation des Assurances a reçu plus de 27 500 demandes liées à la série sismique, dont environ 95 % concernent des dommages habitation. L'organisme prévoit que le nombre de demandes pourrait atteindre 60 000, car environ 2 000 déclarations sont encore présentées en moyenne par jour.
Le gouvernement central espagnol estime que les dégâts causés par la série sismique pourraient s'élever à 100 millions d'euros. L'évaluation définitive devrait toutefois prendre environ trois mois, délai nécessaire pour finaliser les rapports sur les dégâts causés par les tremblements de terre successifs.
Granada contabilizou 1.279 sismos desde o abalo de magnitude 5 registado a 15 de agosto em Alhendín, que provocou alarme entre a população e os primeiros danos em habitações da área metropolitana.
O terramoto que marcou o início da atual série sísmica ocorreu depois de outros quatro tremores na vertente sul da Vega de Granada.
Desde então, o Instituto Geográfico Nacional espanhol registou 1.279 abalos, a maioria de baixa magnitude. Cerca de uma dezena ultrapassou a magnitude 3, embora muitos outros tenham sido sentidos pela população.
Atividade diminuiu, mas os abalos continuam
O Instituto Geográfico Nacional detetou uma diminuição da atividade sísmica ao longo desta semana. Ainda assim, só na quinta-feira foram registados 40 sismos acima de magnitude 2, oito dos quais sentidos pelos habitantes.
Na sexta-feira, 28 de agosto, a atividade desceu para oito ocorrências. O abalo mais forte teve magnitude 1,8, com epicentro em Churriana de la Vega, e foi registado às 10:08, tendo também sido sentido pela população.
Na semana passada, a Vega de Granada foi atingida por um sismo de magnitude 4,8, com epicentro em Gójar. No mesmo dia, seguiram-se outros três tremores, de magnitudes 4,2, 4,0 e 3,9.
Esta sequência provocou inúmeros danos e levou à realização de chamadas de alerta provenientes de todas as províncias do sul de Espanha.
Mais de 27.500 pedidos relacionados com danos
Ao longo dos 15 dias de atividade sísmica, as câmaras municipais da Vega de Granada reforçaram as inspeções técnicas destinadas a avaliar os estragos.
As autarquias aprovaram também bonificações e apoios para responder às necessidades das pessoas afetadas, enquanto aguardam pelas ajudas anunciadas pelo Governo central e pelas autoridades provinciais de Granada.
O Consórcio de Compensação de Seguros recebeu já mais de 27.500 pedidos relacionados com a série de sismos. Cerca de 95% dizem respeito a danos em habitações.
O organismo prevê, contudo, que o número de pedidos possa chegar aos 60 mil, uma vez que continuam a ser apresentadas, em média, cerca de duas mil participações por dia.
Governo estima prejuízos de 100 milhões de euros
O Governo central espanhol estima que os danos provocados pela série sísmica possam ascender a 100 milhões de euros.
A avaliação definitiva deverá, porém, demorar cerca de três meses, período considerado necessário para concluir os relatórios sobre os prejuízos causados pelos sucessivos tremores de terra.
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