Le gouvernement a décidé de réduire la remise sur l'Impôt sur les Produits Pétroliers appliquée aux carburants routiers, ce qui entraînera une baisse moins prononcée des prix la semaine commençant le 31 août. Selon l'arrêté publié au Diário da República, la remise sur l'ISP pour le gazole passe de 81,61 à 71,63 euros par millier de litres, tandis que pour l'essence sans plomb elle passe de 53,98 à 51,62 euros par millier de litres. L'arrêté a été signé par la secrétaire d'État aux Affaires fiscales, Cláudia Reis Duarte.
L'Automóvel Clube de Portugal avait prévu pour la semaine prochaine une baisse de 7,5 centimes du prix du litre de gazole et une hausse de 1,5 centime du litre d'essence. Cependant, l'exécutif a contredit cette estimation de l'ACP, prévoyant une baisse des prix tanto pour le gazole que pour l'essence. Le Brent brut a clôturé ce vendredi en baisse de 0,43%, à 89,31 dollars, les marchés étant attentifs à l'inflation aux États-Unis et à la situation dans le détroit d'Ormuz.
Le soutien aux consommateurs lors de l'achat de carburants est dû à la guerre au Moyen-Orient, la remise sur l'ISP compensant les recettes supplémentaires de TVA pour l'État. Le mécanisme reste actif tant que les carburants se situent dix centimes au-dessus du prix pratiqué pendant la semaine du 2 au 6 mars, avant les attaques américaines contre l'Iran et le blocus du détroit d'Ormuz, amenant l'exécutif à ajuster chaque semaine le montant de la remise.
Selon l'estimation de l'ACP, avant l'application de la nouvelle remise, le prix moyen du gazole devrait tomber à 1,996 euros le litre lundi prochain, tandis que l'essence devrait monter à 2,004 euros le litre, sur la base des prix moyens actuels de la Direction générale de l'Énergie et de la Géologie. Si cette estimation se confirme, l'essence pourrait à nouveau coûter plus cher que le gazole.

O Governo decidiu diminuir o desconto aplicado em ISP sobre os combustíveis rodoviários, o que terá como efeito prático uma descida menor dos preços dos combustíveis na próxima semana.
De acordo com a portaria publicada no Diário da República, o Executivo antecipa descidas nos preços do gasóleo e da gasolina na semana que se inicia a 31 de agosto. Assim, o desconto no ISP aplicado ao gasóleo passa de 81,61 para 71,63 euros por cada 1.000 litros, enquanto na gasolina o desconto encolhe de 53,98 para 51,62 euros por cada 1.000 litros.
De acordo com o Automóvel Clube de Portugal (ACP), estava prevista para a próxima semana uma descida de 7,5 cêntimos no preço do litro de gasóleo e uma subida de 1,5 cêntimos no preço do litro de gasolina. No entanto, o Governo perspetiva uma baixa de preços na gasolina, contrariando a estimativa do ACP lançada ainda de manhã.
“Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu ajustar o desconto extraordinário e temporário no ISP em vigor aplicável ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo”, indica a portaria assinada pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte.
A cotação do barril de petróleo de Brent para entrega em outubro terminou esta sexta-feira em baixa de 0,43%, para 89,31 dólares, com o mercado a continuar atento à inflação nos Estados Unidos e ao Estreito de Ormuz.
Face à guerra no Médio Oriente, o Governo decidiu apoiar os consumidores na aquisição de combustíveis devolvendo, através de um desconto no ISP, o aumento da receita do Estado com o IVA. O desconto mantém-se em vigor enquanto os combustíveis estiverem dez cêntimos acima do preço praticado na semana de 2 a 6 de março, antes dos ataques dos EUA ao Irão e ao bloqueio do Estreito de Ormuz. Assim, semanalmente, o Governo tem vindo a ajustar o desconto no ISP.
Segundo a estimativa do ACP, antes de se saber o desconto aplicável em ISP, o preço médio do diesel deveria cair para 1,996 euros por litro na próxima segunda-feira, enquanto a gasolina deveria aumentar para 2,004 euros por litro, tendo em conta os preços médios atuais divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). A confirmar-se, a gasolina poderia passar a custar novamente mais do que o gasóleo.