Le Tribunal constitutionnel a décidé ce vendredi, à l'unimité, de ne pas prononcer l'inconstitutionnalité de la appelée loi du retour, qui porte sur l'octroi d'asile, la détention et le retour des étrangers. Le texte avait été adopté au Parlement le 17 juillet. Au début du mois d'août, le Président de la République a demandé au Tribunal constitutionnel le contrôle préventif du texte. António José Seguro a estimé que certaines des solutions législatives de ce décret soulevaient des doutes fondés quant à savoir si l'intérêt supérieur de l'enfant est sauvegardé, en particulier si elles permettent la séparation entre parents et enfants ou l'expulsion, bien qu'indirecte ou consécutive, des enfants mineurs portugais.
Politique
Le Tribunal constitutionnel conclut que la loi du retour respecte la Constitution
Eco28 août 2026 à 19:11

O Tribunal Constitucional (TC) decidiu esta sexta-feira, por unanimidade, “não se pronunciar pela inconstitucionalidade” da chamada lei do retorno, que versa sobre a concessão de asilo, detenção e retorno de estrangeiros.
O diploma tinha sido aprovado no Parlamento a 17 de julho.
No início de agosto, o Presidente da República pediu ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva do diploma.
António José Seguro considerou que “algumas das soluções legislativas deste decreto levantam fundadas dúvidas quanto a saber se é acautelado o interesse superior da criança”, em particular se possibilita a separação entre pais e filhos ou a “expulsão (embora indireta ou consequencial) dos filhos menores portugueses”.
(Notícia em atualização)
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