Pharol a annoncé ce vendredi que le conseil d'administration a décidé d'attribuer le poste d'administrateur-délégué à Bernardo Amado, et a confirmé que João Moreira Rato a obtenu le feu vert du régulateur bancaire pour les fonctions de président. Bernardo Amado et Moreira Rato remplacent ainsi Palha da Silva, qui a dirigé Pharol pendant environ une décennie, après la vente de l'opérateur Meo à Altice. La nouvelle administration comprend également Rafaela Andrade, tandis que João Ferreira Marques a été nommé administrateur suppléant lors de l'assemblée générale qui s'est tenue il y a environ un mois.
Quant à Moreira Rato, l'économiste et ancien président de l'IGCP occupe les fonctions d'administrateur non exécutif de la Caixa Geral de Depósitos depuis un an, de sorte que sa nomination chez Pharol était soumise à une décision du régulateur bancaire. Pharol indique que cette autorisation a été accordée par la Banque du Portugal le 5 août dernier.
L'entreprise a pour principal actif un crédit problématique de 897 millions d'euros relatif à l'investissement ruineux en papier commercial de Rio Forte, dont elle n'attend recevoir que 52 millions, correspondant à seulement 6 %. Au premier semestre, Pharol a enregistré des pertes de 970 000 euros, après des bénéfices de plus de 2 millions sur la même période en 2025, en justifiant cette performance par l'absence de remboursements fiscaux significatifs et le paiement de primes.

A Pharol anunciou esta sexta-feira que o conselho de administração decidiu atribuir o cargo de administrador-delegado a Bernardo Amado, e confirmou a notícia do ECO de que João Moreira Rato teve luz verde do regulador bancário para as funções de chairman.
Bernardo Amado e Moreira Rato substituem assim Palha da Silva, que liderou a Pharol durante cerca de uma década, após a venda da operadora Meo à Altice.
Faz parte ainda da nova administração Rafaela Andrade, enquanto João Ferreira Marques foi nomeado como administrador-suplente na assembleia geral que teve lugar há cerca de um mês.
Quanto a Moreira Rato, o economista e antigo presidente do IGCP ocupa as funções de administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) desde há um ano e, por isso, a sua nomeação para a Pharol estava dependente de uma decisão do regulador bancário.
BCE dá luz verde a João Moreira Rato para chairman da Pharol
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A Pharol diz que essa autorização foi concedida pelo Banco de Portugal no passado dia 5 de agosto, segundo o comunicado enviado ao mercado.
A empresa tem como principal ativo um crédito problemático de 897 milhões de euros relativo ao investimento ruinoso em papel comercial da Rio Forte e do qual só espera receber 52 milhões (apenas 6%).
No primeiro semestre registou prejuízos 970 mil euros, após lucros de mais de 2 milhões no mesmo período de 2025, com a empresa a justificar esse desempenho com a ausência de reembolsos fiscais significativos e o pagamento de prémios.