L'article aborde la guerre en Ukraine et critique les discussions extrémistes sur les réseaux sociaux et dans la société mondiale concernant le conflit. L'auteur considère que le dialogue autour du thème est « stupidement odieux, violent et malsain », avec des positions polarisées qui s'éloignent d'une analyse fondée.
Le texte affirme que l'OTAN, l'Union européenne, les États-Unis et la Chine ne sont pas innocents dans ce processus, mettant en évidence les intérêts économiques et stratégiques de chacune de ces puissances. L'auteur soutient que l'invasion russe n'a pas de raison valable, décrivant les allégations de Poutine sur le néonazisme et les régions séparatistes comme des justifications sans consistance.
Selon l'article, le conflit n'a pas commencé en 2022 ni en 2014, mais il y a environ 15 ans, lorsque la Russie a envahi la Géorgie en 2008. Il mentionne que Poutine a testé des cyberattaques en Géorgie, a annexé la Crimée en 2014, est intervenu en Siria, a interferé dans les élections américaines et a réalisé les empoisonnements de Salisbury et de Navalny, sortant toujours indemne de ses actions.
L'auteur décrit l'invasion comme un « génocide » planifié, avec des attaques indiscriminées contre les civils, les hôpitaux, les églises et les écoles, et critique le manque de respect pour les couloirs humanitaires. Il denuncia également que les Nations Unies ont conseillé à leurs fonctionnaires de ne pas utiliser les termes « guerre » ou « invasion » pour décrire la situation, dans une tentative de plaire à la Russie. Il questionne également la lenteur de la réponse occidentale face à l'agression russe.
Os diálogos dos últimos tempos na sociedade mundial, mas especialmente nas redes sociais, sobre a guerra na Ucrânia, onde o tema tem sido extrapolado, mas especialmente alucinado, a propósito de tudo e de nada, é estupidamente odiosa, violenta, doentia!
O que não tem faltado em abundância, são posições extremadas.
Se analisarmos em bom rigor o que se passa no mundo da raça humana, sempre que as causas ganham uma certa dimensão, a visão de cada um, quer sejam com conhecimento histórico, seja por empatia com qualquer fação, os argumentos são vários em defesa de um ou de outro ponto de vista.
Que a NATO não é inocente neste processo que se vive na Ucrânia, pois não é!
Que a EU não o será, tão pouco!
Que os EUA não tenham interesses mais ou menos ocultos, ou mais ou menos conhecidos, também não nos restam grandes dúvidas!
Nem a CHINA passa incólume, na posição dúbia, mas estratégica de interesses económicos, são por demais evidentes.
Mas nesta guerra provocada pela invasão Russa, sem qualquer razão forte, embora invocada pelos Russos (manhosamente) quanto à ocupação da Crimeia e agora das ditas regiões separatistas, alegadamente dito pelos Russos, que foi ocupada por neonazista…qualquer fundamentação, é apenas um chorrilho de tretas mal-amanhadas, e que mesmo assim, muitos por aqui vão na cantiga!
Este terrível conflito na Ucrânia que está a mudar o mundo, não começou em 2022. Nem mesmo começou em 2014. Ele começou há uma década e meia, quando a Rússia invadiu a Geórgia e se safou e continuou com a Crimeia e se safou…
Muitos de nós, inclusive eu, não achavam que Putin faria uma invasão dessa escala contra a Ucrânia. Milhões de nós – ucranianos, moldavos, georgianos, sírios, armênios e azeris. E sabemos que não precisava chegar a isso.
Na Geórgia, em 2008, os soldados de Putin tinham botas sujas e tanques enferrujados, mais não fez que testar os seus infames ataques cibernéticos. E saiu ileso disso.
Quando as tropas russas chegaram à Crimeia seis anos depois, elas tinham botas novas e brilhantes e novos uniformes inspirados nas forças especiais dos EUA. E Putin, renovado após seu triunfo nas Olimpíadas em Sochi, estava mais confiante do que nunca. Ele mentiu numa escala que nunca tínhamos visto antes, dizendo ao mundo que os soldados russos não eram soldados russos, e então anexou a Crimeia. Ele também saiu ileso disso.
Depois vieram Donbass e a Síria, a interferência nas eleições americanas, os assassinatos de Salisbury e o envenenamento de Navalny. E cada vez que ele se safava, encontrávamos um novo Putin – mais brutal em casa e mais audacioso no exterior.
Aqui chegados, temos uma invasão de raiva pelo Putin, com ataques indiscriminados à população civil, às edificações não militares (hospitais, igrejas, escolas), corpos da população espalhados pelas ruas, debaixo de escombros e por aí fora, são posturas planeadas para exterminar um povo e isso é genocídio, sem qualquer argumentação plausível!
A guerra não tem lógica, se alegam que isto são danos colaterais e que fazem parte da lógica da guerra, é sintoma que chegaram ao limite da irracionalidade, da brutalidade própria dos animalescos que grassam na sociedade humana.
Nem os corredores humanitários respeitam, já que os bombardeiam, (autocarros de transporte, ambulâncias, populações) nada escapa, à fúria demente se PUTIN, mais os alucinados militares que o bajulam.
Putin e a corja que mata jornalistas, envenena opositores, prende e sequestram crianças e idosos, mata civis indefesos que apenas querem salvar a suas famílias e a si próprios, são completos alucinados, que em tempos idos, acabariam encostados a um muro num pelotão de fuzilamento.
Gostaria de acreditar que acabariam todos atrás das grades em Haia, de preferência, a pão e água, mas não creio!
As Nações Unidas não se ilibam de ficarem pessimamente nesta terrível fotografia. Sabe-se que enviaram um email aos seus funcionários a aconselhar que não se refiram à situação na Ucrânia como uma “guerra” ou “invasão”, no que será uma tentativa de equilibrar as sensibilidades políticas da Rússia, Estado-membro da ONU, que internamente proíbe o uso daquelas designações.
Ao passarem a mão pelo pêlo do Putin, não o estão a amansar, estão a adular e com isso, darem-lhe mais força!
Interrogo-me qual a razão para que o Ocidente demorou tanto para acordar, apesar de uma parte ainda estar a hibernar? Acho que tal como eu, a pergunta deve estar a ser feita por milhões de pessoas que vivem na linha de frente do ódio de Putin, pela democracia liberal em todo o mundo.
Veremos aquilo que sairá de tanta morte e tamanha destruição, e que o Ocidente e o resto do mundo, façam com a nova ordem mundial, que supostamente surgirá da invasão da Ucrânia ordenada por Putin.
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