Der CD Mafra zog in die zweite Runde des Portugal-Pokals ein, nachdem er Atlético Malvetica mit 3-2 nach Verlängerung besiegt hatte, in einem Spiel, das von intensivem körperlichem Kampf und ständigen Führungswechseln geprägt war. Die Gastmannschaft zeigte während der 120 Minuten Aufholvermögen, drehte Rückstände und widerstand dem Druck der Heimmannschaft.
Das Spiel begann mit hohem Druck von Malvetica und profitierte von dieser aggressiven Einstellung. In der 18. Minute erzielte Silvério Indunga das erste Tor für die Heimmannschaft mit einem schnellen Spiel über den rechten Flügel. Mafra hatte anfangs Schwierigkeiten, sein Spiel zu stabilisieren, und kassierte gelbe Karten, konnte aber mit Ballbesitz besser werden und glich in der 39. Minute durch João Ferreira aus.
Nach der Pause erhöhte Mafra den Druck und drehte das Spiel in der 60. Minute durch ein Tor von Leandro Alves. Allerdings begann in der 60. Minute eine chaotische Phase: Hugo Ventosa von Malvetica sah innerhalb weniger Augenblicke zwei gelbe Karten und wurde des Feldes verwiesen, doch in der 63. Minute wurde auch Rodrigo Matos des Feldes verwiesen, was das zahlenmäßige Gleichgewicht wiederherstellte. Mit zehn gegen zehn reagierte Malvetica und erzielte in der 71. Minute den Ausgleich durch einen von Hugo Firmino verwandelten Strafstoß.
In der Verlängerung konnte Mafra die körperliche Belastung besser bewältigen, und in der 107. Minute erzielte der frisch eingewechselte Celso Raposo das entscheidende Tor, das den 3-2-Sieg besiegelte. Das Spiel war auch von einer Flut von Karten geprägt, wobei der Schiedsrichter 14 gelbe und 2 rote Karten zeigte, Zahlen, die die Härte und den Wettkampfdruck widerspiegeln, die das Spiel dominierten.
Desporto — Futebol – Taça de Portugal
O CD Mafra garantiu a qualificação para a 2.ª eliminatória da Taça de Portugal ao vencer o Atlético Malveira por 3–2, após prolongamento, numa partida marcada pela intensidade competitiva, pelas oscilações constantes no marcador e por dois momentos de expulsão que alteraram o equilíbrio do jogo.
A tarde ficou igualmente assinalada por uma autêntica chuva de cartões, num dos encontros disciplinarmente mais carregados da eliminatória. O árbitro exibiu 14 cartões amarelos e 2 vermelhos, números que refletem a dureza dos duelos, a tensão permanente e a disputa física que dominaram os 120 minutos.
At. Malveira: 2 vs 3: CD Mafra
Resumo do jogo
O encontro começou com ritmo elevado, com o Malveira a assumir uma postura agressiva e a pressionar alto. A recompensa chegou cedo e aos 18 minutos, Silvério Indunga aproveitou uma jogada rápida pelo corredor direito e inaugurou o marcador, colocando a formação da casa em vantagem.
O Mafra demorou a estabilizar o seu jogo e acumulou cartões amarelos, Kauê Alves viu o primeiro aos 12’, seguido por Gonçalo Cardoso aos 31’. A equipa, porém, foi crescendo com bola e encontrou o empate aos 39’, num golo de João Ferreira.
O recomeço após o intervalo trouxe maior intensidade e um jogo mais físico. Entre os 49’ e os 51’, Rodrigo Matos e Mamor Niang viram o cartão amarelo, sinal da pressão mafrense para virar o resultado. O momento decisivo surgiu aos 60’, quando Leandro Alves fez o 1–2, consumando a reviravolta.
Mas o minuto 60 marcou o início de um período caótico. Hugo Ventosa, do Malveira, viu dois amarelos em poucos instantes e foi expulso, deixando a equipa da casa com dez. A vantagem numérica do Mafra durou pouco e aos 63’, Rodrigo Matos recebeu o segundo amarelo e também foi expulso, devolvendo o equilíbrio entre as equipas.
Com o jogo novamente aberto, o Malveira procurou reagir e conseguiu fazê‑lo aos 71’ Hugo Firmino, de grande penalidade, converteu com segurança e fixou o 2–2, levando a eliminatória para prolongamento.
O desgaste físico tornou‑se evidente e as substituições multiplicaram‑se. O Mafra procurou refrescar o ataque com entradas de Celso Raposo, Goba Zakpa, Adama Ngom e Deme Jr., enquanto o Malveira tentava manter intensidade com Rúben Furtado, Sérgio Santos, Diogo Grácio e José Ganhão.
Aos 107’, surgiu o momento que decidiu o jogo quando Celso Raposo, recém‑entrado no jogo, apareceu em zona de finalização e marcou o 2–3, num lance de insistência que premiou a maior capacidade física e organização do Mafra no tempo extra.
Até ao apito final, o Malveira tentou reagir, mas o Mafra controlou o ritmo, geriu a posse e assegurou a vitória num jogo que exigiu maturidade competitiva e capacidade de sofrimento.
Onzes iniciais
Mafra
O treinador Tim Sparv escolheu para onze inicial: Francisco Lemos, Francisco Ferreira, Moussa Camara, Kauê Alves, Gonçalo Cardoso, João Ferreira, Amadou Ba, Rodrigo Matos, Braíma Sambú, Leandro Alves, Mamor Niang.
No banco de suplentes ficaram: Pedro Silva, Celso Raposo, Rafael Moreira, Lukas , Lénio Neves, Adama Ngom, Deme Jr., Ença Fati, Goba Zakpa
Malveira
O treinador José Pedreira escolheu para onze inicial:Mika Carvalho, Diogo Silva, Hugo Ventosa, Carimo Conté, Hugo Gavino, Zack Blackwell, Janickson da Silva, André Silva, Silvério Indunga, Ricardinho, Hugo Firmino.
No banco de suplentes ficaram: Francisco Enes, Francisco Gomes, Guga Pereira, José Ganhão, Manú Vincent, Pedro Henriques, Diogo Grácio, Sérgio Santos, Rúben Furtado.
Substituições
As substituições no Mafra aconteceram aos 61 minutos (entra Rafael Moreira e sai Kauê Alves), aos 71 minutos (entra Lénio Neves e sai Leandro Alves). aos 90 minutos (entra Goba Zakpa e sai João Ferreira; entra Celso Raposo e sai Mamor Niang), aos 104 minutos (entra Adama Ngom e sai Amadou Ba) e aos 116 minutos (entra Deme Jr. e sai Rafael Moreira)
As substituições no Malveira aconteceram aos 65 minutos (entra Francisco Gomes e sai André Silva), aos 81 minutos (entra Diogo Grácio e sai Hugo Firmino; entra Sérgio Santos e sai Silvério Indunga), aos 90 minutos (entra Rúben Furtado e sai Ricardinho) e aos 107 minutos (entra Pedro Henriques e sai Janickson da Silva; entra José Ganhão e sai Zack Blackwell)
Cartões
A partida ficou marcada por uma autêntica chuva de cartões, num dos jogos disciplinarmente mais carregados da ronda. O árbitro exibiu 14 cartões amarelos e 2 vermelhos, números que traduzem a dureza, a tensão competitiva e a constante disputa física que dominaram os 120 minutos.
- Amarelos: Kauê Alves (CD Mafra) aos 12 minutos, Ricardinho (At. Malveira) aos 25 minutos, Gonçalo Cardoso (CD Mafra) aos 31 minutos, Rodrigo Matos (CD Mafra) aos 49 minutos, Hugo Ventosa (At. Malveira) aos 50 minutos, Mamor Niang (CD Mafra) aos 51 minutos, Hugo Ventosa (At. Malveira) aos 60 minutos, Rodrigo Matos (CD Mafra) aos 63 minutos, Braíma Sambú (CD Mafra) aos 72 minutos, Francisco Ferreira (CD Mafra) aos 86 minutos, Hugo Gavino (At. Malveira) aos 102 minutos, Pedro Henriques (At. Malveira) aos 109 minutos, Diogo Silva (At. Malveira) aos 109 minutos e Lénio Neves (CD Mafra) aos 117 minutos.
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- Vermelhos: Hugo Ventosa (At. Malveira) aos 60 minutos e Rodrigo Matos (CD Mafra) aos 63 minutos.
[Imagem: CD Mafra/ Montagem de capa: Jornal de Mafra]