Land, in dem mehr als 250.000 Portugiesen leben, sucht Arbeitskräfte für verschiedene Sektoren: Löhne beginnen bei 5.000€/Monat ohne AusbildungFoto von Sıla Deniz Göktaş auf Pexels
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Land, in dem mehr als 250.000 Portugiesen leben, sucht Arbeitskräfte für verschiedene Sektoren: Löhne beginnen bei 5.000€/Monat ohne Ausbildung

Postal do Algarve28. August 2026 um 18:40

Die Schweiz steht vor einem gravierenden Mangel an Arbeitskräften im Bausektor, von ungelernten Arbeitern bis zu qualifizierten Fachkräften und Bauleitern. Der Mangel ist auf die Überalterung der Belegschaft, den Austritt von Fachkräften in den Ruhestand und die Schwierigkeit, Ersatz zu finden, zurückzuführen, da viele junge Schweizer es vorziehen, in Sektoren wie Technologie, Ingenieurwesen, Verwaltung und pharmazeutischer Industrie zu arbeiten. Die Unternehmen rekrutieren ausländische Fachkräfte, einschließlich Portugiesen.

Die Mindestlöhne für 2026 im Bausektor liegen zwischen 4.747 und 4.885 Schweizer Franken für ungelernte Arbeiter und können für Bauleiter über 6.700 Franken überschreiten. Zum aktuellen Wechselkurs entsprechen die Werte einem Bereich zwischen etwa 5.070 und 7.160 Euro brutto monatlich. Die Arbeitnehmer erhalten 13 Jahreszahlungen und der Durchschnittslohn liegt bei 6.282 Franken pro Monat, etwa 6.700 Euro.

Die portugiesische Gemeinschaft in der Schweiz ist eine der größten im Ausland, mit 258.139 Personen mit portugiesischer Staatsbürgerschaft im Jahr 2025, was 8,6% der ausländischen Bevölkerung des Landes entspricht. Allein im Jahr 2025 sind 11.420 Portugiesen in die Schweiz eingereist. Portugiesische Staatsbürger profitieren vom Abkommen über die Freizügigkeit der Personen mit der Schweiz, das einen einfacheren Zugang zum Schweizer Arbeitsmarkt ermöglicht, durch Vorlage eines gültigen Arbeitsvertrags.

Die erforderliche Sprache hängt vom Kanton ab, wobei Deutsch in den meisten Teilen des Landes vorherrscht, Französisch in Regionen wie Genf und Waadt, und Italienisch im Tessin. Obwohl nicht alle Stellen eine höhere Ausbildung erfordern, beeinflussen Berufserfahrung, technische Qualifikationen und Beherrschung der lokalen Sprache den Lohn und die zugewiesene Kategorie. Die hohen Löhne müssen gegen die Lebenshaltungskosten in der Schweiz abgewogen werden, die erhebliche Ausgaben für Wohnen, Krankenversicherung, Steuern und Sozialabgaben beinhalten.

O envelhecimento dos profissionais e a dificuldade em atrair jovens estão a deixar várias empresas sem mão de obra suficiente na Suíça. As funções são exigentes, mas as remunerações previstas para trabalhadores no terreno encontram-se entre as mais elevadas da Europa.

Na Suíça, o setor da construção enfrenta falta de trabalhadores, desde operários sem formação específica até profissionais qualificados e encarregados de obra. A situação poderá representar uma oportunidade para portugueses, que beneficiam das regras de livre circulação aplicadas aos cidadãos da União Europeia, de acordo com o jornal digital espanhol Noticias Trabajo.

Os salários mínimos definidos para 2026 começam perto dos 4.750 francos suíços por mês e podem ultrapassar os 6.700 francos nas categorias com maior responsabilidade. À taxa de referência atual, os valores correspondem aproximadamente a um intervalo entre 5.070 e 7.160 euros brutos mensais.

Construção está entre os setores com falta de trabalhadores

A rede europeia EURES identifica a construção como uma das áreas com falta de profissionais na Suíça. Eletricistas, canalizadores, carpinteiros e trabalhadores de obras estão entre os perfis com maior procura em várias regiões do país.

Esta escassez está relacionada com o envelhecimento da mão de obra, a saída de profissionais para a reforma e a dificuldade em encontrar substitutos. Muitos jovens suíços procuram emprego em setores como as novas tecnologias, a engenharia, a administração e a indústria farmacêutica.

Ao mesmo tempo, a construção de habitação e os projetos de renovação das infraestruturas mantêm a necessidade de trabalhadores. As empresas recorrem, por isso, a profissionais estrangeiros provenientes de países como Portugal, Espanha, Itália e Alemanha.

Salários começam acima dos 5.000 euros

A Suíça não possui um salário mínimo nacional único, mas existem valores obrigatórios definidos através de convenções coletivas. Na construção principal, a remuneração depende da categoria profissional e da zona onde o trabalho é realizado.

Segundo a tabela salarial para 2026 da Sociedade Suíça de Empresários Construtores, um trabalhador sem conhecimentos profissionais específicos deve receber entre 4.747 e 4.885 francos suíços brutos por mês. A conversão corresponde a cerca de 5.070 a 5.220 euros, de acordo com a fonte anteriormente citada.

Um trabalhador com conhecimentos profissionais recebe entre 5.184 e 5.458 francos, enquanto os profissionais qualificados podem alcançar 5.988 francos. Para os encarregados, os salários mínimos variam entre 6.179 e 6.702 francos, o equivalente a aproximadamente 6.600 a 7.160 euros.

Os valores em euros foram calculados com base na taxa de referência do Banco Central Europeu de 28 de agosto e podem mudar consoante a cotação do franco suíço.

Remuneração é paga 13 vezes por ano

A Sociedade Suíça de Empresários Construtores indica que os trabalhadores abrangidos pela convenção recebem 13 pagamentos anuais. Podem ainda existir suplementos e compensações para refeições, dependendo das condições acordadas.

Em 2026, a remuneração média dos trabalhadores abrangidos pela convenção coletiva situa-se nos 6.282 francos por mês, cerca de 6.700 euros à taxa de câmbio atual. O rendimento médio anual aproxima-se dos 82 mil francos suíços, segundo a informação publicada pela associação empresarial.

Estes montantes são brutos. Ao salário terão de ser descontados impostos e contribuições, cujos valores variam de acordo com o cantão, o rendimento e a situação pessoal do trabalhador, refere a fonte anteriormente citada.

Mais de 258 mil portugueses vivem na Suíça

A Suíça possui uma das maiores comunidades portuguesas no estrangeiro. De acordo com os dados do Office Fédéral de la Statistique, reunidos pelo Observatório da Emigração, residiam no país 258.139 pessoas com nacionalidade portuguesa em 2025.

Dentro deste total, cerca de 202.800 residentes tinham nascido em Portugal. Os portugueses representavam 8,6% da população estrangeira e 2,8% do conjunto de habitantes da Suíça.

Só em 2025 entraram no país 11.420 portugueses. O número representa uma descida de 7,8% face às 12.388 entradas registadas no ano anterior, mas confirma a Suíça como um dos principais destinos da emigração portuguesa.

Portugueses beneficiam da livre circulação

Embora não pertença à União Europeia, a Suíça mantém um Acordo sobre a Livre Circulação de Pessoas com os Estados-membros. Isto permite aos portugueses acederem ao mercado de trabalho suíço em condições mais simples do que os cidadãos provenientes de países terceiros.

Segundo a Secretaria de Estado das Migrações da Suíça, é necessário possuir um contrato de trabalho válido. Para permanecer no país, o trabalhador deve registar-se no município onde vai residir no prazo de 14 dias após a chegada e antes de começar a trabalhar.

Os contratos entre três e 12 meses dão acesso à autorização L. Já a autorização B destina-se, em regra, a contratos com uma duração mínima de 12 meses ou sem termo e é válida durante cinco anos. Nos empregos até três meses não é exigida uma autorização de residência, mas o empregador tem de comunicar previamente a contratação às autoridades suíças, de acordo com o Noticias Trabajo.

Idioma e custo de vida devem ser considerados

A língua necessária depende do cantão. O alemão predomina em grande parte do país, o francês é utilizado em regiões como Genebra, Vaud e Neuchâtel e o italiano tem maior presença no Ticino. Na construção, compreender instruções e regras de segurança é particularmente importante.

Nem todas as vagas exigem formação superior, mas a experiência profissional, as qualificações técnicas e o domínio da língua local influenciam o salário e a categoria atribuída. Algumas profissões especializadas também podem exigir o reconhecimento das qualificações.

Os salários elevados devem ser comparados com o custo de vida. A EURES destaca a habitação, o seguro de saúde, os impostos e as contribuições sociais entre as principais despesas das famílias suíças.

As ofertas podem ser consultadas através da EURES, dos serviços cantonais de emprego e das empresas de recrutamento autorizadas. Antes da mudança, importa confirmar por escrito o salário bruto, o horário, a duração do contrato, o alojamento e os descontos aplicados à remuneração.

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