Die Etu Energias, größtes privates angolisches Ölunternehmen, und die Cabinda Gulf Oil Company, eine Tochtergesellschaft von Chevron, unterzeichneten einen Vertrag über den Erwerb von 13% bzw. 15% der Beteiligungen am Block 14 und am Block 14K. Das Abkommen kam infolge der Ausübung des Vorkaufsrechts durch die Etu Energias als bestehende Partnerin in beiden Lizenzen zustande.
Das Geschäft hat einen Basispreis von 260 Millionen Dollar mit wirtschaftlichem Wirksamkeitsdatum vom 1. Januar 2026 und kann zusätzliche bedingte Zahlungen von bis zu 250 Millionen Dollar insgesamt bis 2038 umfassen, die mit dem potenziellen zukünftigen Ausbau des Feldes PKBB zusammenhängen. Der Kauf wird durch eine von der Shell Western Supply and Trading Ltd bereitgestellte Kreditlinie finanziert, und die Transaktion soll Anfang 2027 abgeschlossen werden, vorbehaltlich der Genehmigung durch den nationalen Ölkonzessionär.
Der Block 14 ist eine Tiefwasser-Offshore-Lizenz vor Cabinda mit einer Wassertiefe zwischen 200 und 1.600 Metern, die seit 1999 mehr als 900 Millionen Barrel Rohöl produziert hat und einen Höchststand von rund 200.000 Barrel pro Tag erreichte. Der Block 14K enthält das Lianzi-Feld, ein grenzüberschreitendes Projekt zwischen Angola und der Demokratischen Republik Kongo, das mit der Infrastruktur des Blocks 14 verbunden ist.
Derzeit ist Chevron der Betreiber des Blocks 14 mit 31%, mit der Etu Energias (29%), der Azule Energy (20%) und der Sonangol E&P (20%) als Partnern. Im Block 14K/Lianzi umfassen die Partner die Trident Energy (15,75%, Betreiber), Total E&P Congo (26,75%), Chevron (15,5%), Etu Energias (14,5%), Azule Energy (10%), Sonangol E&P (10%) und SNPC (7,5%).

A Etu Energias, maior petrolífera privada angolana, e a Cabinda Gulf Oil Company, assinaram esta sexta-feira, 28 de agosto, um contrato para a aquisição de 13% e 15% de participações do Bloco 14 e do Bloco 14K, anunciou hoje a concessionária nacional.
Num comunicado, a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Anpg) avançou que o contrato de compra e venda foi assinado entre a Etu Energias e a Cabinda Gulf Oil Company, subsidiária da Chevron, multinacional de energia dos Estados Unidos.
O acordo surgiu na sequência do exercício de direito de preferência pela Etu Energias, enquanto parceira existente em ambas as licenças, adianta-se na nota.
A concessionária angolana destacou que a compra será financiada por uma linha de crédito disponibilizada pela Shell Western Supply and Trading Ltd.
“O negócio tem uma consideração base de 260 milhões de dólares em numerário, com data económica efetiva de 01 de janeiro de 2026. Adicionalmente prevê pagamentos contingentes até 25 milhões de dólares por ano, com um limite máximo de 250 milhões de dólares no total, até 2038, em relação ao potencial desenvolvimento futuro do campo PKBB, em função do preço do petróleo e da produção”, lê-se na nota.
A transação deverá ficar concluída no início de 2027, sujeita ao cumprimento das condições habituais, incluindo a aprovação pela concessionária petrolífera nacional.
O Bloco 14 é uma licença de águas profundas em produção, localizada offshore de Cabinda, com profundidade de água entre 200 e 1.600 metros, que já produziu mais de 900 milhões de barris de crude de elevada qualidade, indexado ao Brent, desde o primeiro óleo em 1999, tendo atingido um pico de produção de aproximadamente 200 mil barris de petróleo por dia.
De acordo com o comunicado, a produção provém de nove campos desenvolvias através das instalações centrais de Benguela, Belize, Lobito, Tomboco e Tômbua-Lândana.
O Bloco 14K contém o campo de Lianzi, um projeto e desenvolvimento unificado transfronteiriço entre Angola e a República Democrática do Congo, ligado à infraestrutura do Bloco 14.
Atualmente, a Chevron é a operadora do Bloco 14 e detentora de 31% das participações, tendo como parceiros a Etu Energias (29%), a Azule Energy (20%) e a Sonangol E&P (20%).
Os parceiros do Bloco 14K/Lianzi são, atualmente, a Trident Energy (15,75%, operadora), a Total E&P Congo (26,75%), a Chevron (15,5%), a Etu Energias (14,5%), a Azule Energy (10%), a Sonangol E&P (10%) e a SNPC (7,5%).